sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

O que faz uma empresa de recolocação e gestão de carreira?

O objetivo de voltar ao mercado pode ser cumprido com muito mais eficiência ao contar com o auxílio de empresas especializadas em recolocação.

Perder um emprego nunca é algo bom, porém, a forma a qual a pessoa enfrenta esse período é o aspecto mais importante para conseguir seguir em frente e conquistar novos objetivos de vida no futuro. Para aqueles que desejam a recolocação no mercado, é um consolo saber que hoje existem empresas especializadas nesse assunto – e que elas estão dispostas a auxiliar o profissional a reconquistar sua carreira.



Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers, comenta que o processo de outplacement, ou recolocação de mercado, é um dos procedimentos que os profissionais desligados de seus empregos mais procuram quando entram com contato com a Outliers. “O objetivo geral do outplacement é estudar, junto com o profissional, a solução para a sua carreira, levando em conta o que o mercado oferece, a experiência da pessoa e a sua meta”, resume Madalena.

A especialista diz que nesse processo é diagnosticado, planejado e desenvolvido um novo plano de ação personalizado para cada profissional, voltado inteiramente para resultados efetivos e contínuos e para a conquista do objetivo do profissional. Porém, para que isso seja alcançado, vários passos precisam ser seguidos.

Uma das atitudes que precisam ser tomadas durante o processo de recolocação é a reformulação do currículo. “Seu currículo é seu cartão de visitas, e a empresa de recolocação lhe auxiliará a deixá-lo ainda mais atraente. Além disso, é preciso que ele esteja acessível na internet durante 24 horas por dia, e uma boa ideia para isso é investir no LinkedIn, a maior rede social voltada para negócios no mundo. Esse é um dos serviços oferecidos pela Outliers: a atualização do currículo juntamente com a atualização do LinkedIn, fazendo com que a pessoa tenha maior visibilidade para conquistar um bom emprego e a desenvolver conexões com mais profissionais”, explica Madalena. Além do currículo, o LinkedIn auxilia na manutenção do networking, outra atividade importante para manter-se no mundo dos negócios e ser lembrado pelas outras pessoas, “afinal, quem não é visto, não é lembrado”, diz.

Além do networking e do currículo, faz parte do trabalho de recolocação apoiar o profissional durante todo o processo de transição, afinal ninguém passa a vida procurando emprego, esta é uma tarefa para os especialistas.


Realizar assessments para avaliar pontos fortes e pontos a serem melhorados, comportamento do profissional frente aos diversos desafios que o mercado apresenta, e a partir daí mapear o mercado alvo. Com o plano de ação em mãos está na hora de preparar o profissional para processos seletivos, negociá-los no mercado fechado, apresentá-los para consultorias de RH assim como para headhunters ou empresas parceiras e desenvolver processo de Coaching de Carreira para que o mesmo esteja com auto-estima em dia, motivado e pronto para encarar a competitividade.

Prepará-lo para um Plano B de carreira ou ainda empreender em seu próprio negócio também tem sido um trabalho realizado pela Outliers Careers e que tem feito grande diferença para os profissionais acima dos 50 anos, até porque a maioria não se prepara para este momento.

De forma resumida, o trabalho de recolocação no mercado consiste no aconselhamento, apoio, orientação e estímulo ao profissional demitido, preparando-o técnica e psicologicamente para as oportunidades de mercado, bem como para o planejamento de sua carreira e cumprimento de metas e objetivos.


sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Veja como organizar o seu tempo para aproveitar a vida com menos cansaço.

Madalena Feliciano no Programa Hoje em Dia da Rede Record de Televisão.

No total 35 por cento dos brasileiros reclamam da falta de tempo. Alguns até pagariam para ter uma hora a mais ao longo do dia. A gestora de tempo, Madalena Feliciano deu dicas preciosas. Veja!




FONTE: R7.COM

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Retornar ao mercado após os 50 anos é possível.

Profissional deve estar atualizado e manter perfis ativos em redes sociais.Especialista ressalta que candidato deve estar sempre disposto a aprender.

Conquistar uma vaga de emprego não é simples, e para os profissionais acima dos 50 anos pode ser ainda mais complicado. Mas, segundo Madalena Feliciano, diretora do Instituto Profissional de Coaching, o mercado também precisa desses profissionais.



“Hoje uma pessoa de 50 anos pode ser considerada jovem. A expectativa de vida está cada vez maior e as pessoas estão mais ativas e ligadas no mundo, pois perceberam que mesmo após os 50 ainda têm muito tempo de vida para aproveitar e alcançar seus sonhos”, diz.

A especialista afirma que o profissional não pode ser seletivo, deve estar disposto a participar de entrevistas para empregos temporários ou até mesmo aqueles que não interessem muito. “Essas entrevistas servem para praticar as habilidades de entrevistado e melhorar pontos que incomodam”, explica.


“Considere as vantagens que você ganhou com a idade, como maturidade, responsabilidade, experiência, equilíbrio, uma perspectiva mais realista, e mostre isso para seus futuros empregadores”, afirma.


A especialista lembra que o profissional jamais deve mentir sobre sua idade – e que também deve cuidar da sua aparência. “Querendo ou não, nosso visual é o nosso cartão de visita – e, como já diz o ditado, não existe segunda chance para causar a primeira impressão. Boa aparência não se trata de beleza, e sim de saber se portar, com roupas certas para cada ocasião, cabelo arrumado, barba bem feita”, lembra Madalena.
"Tenha sempre em mente que idade é um estado de espírito, e que mesmo com cabelos brancos, seu talento e sua atitude positiva podem contar muito mais do que sua data de nascimento", diz a especialista.


- É preciso estar atualizado – e isso significa estar online.


- Jamais minta a sua idade.


- Cuide sempre da sua aparência.



Veja as dicas da especialista para quem tem mais de 50 e quer voltar ao mercado de trabalho:

- Utilize a internet a seu favor para aprender novas técnicas e estar sempre por dentro do que acontece na sua área.

- Ter perfis atualizados em redes como o Facebook, Linkedin e Twitter podem ajudar a retomar o contato com pessoas já conhecidas e aumentar ainda mais o networking.
- Mantenha o currículo revisado e arrumado - consulte um expert para ajudar se for necessário.

- Esteja disposto a participar de entrevistas para empregos temporários ou até mesmo aqueles que não interessem muito.

- Use a idade a seu favor: mostre que você tem muita experiência, e, ainda assim não se acomodou.

- Esteja sempre disposto a aprender e mostre que o empregador terá muitas vantagens ao lhe contratar – vantagens que vão além da experiência.

Fonte: G1 - GLOBO (CONCURSOS E EMPREGOS)

 

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Vamos entender um pouco melhor sobre política de benefícios ao funcionário!

Madalena Feliciano explica que algumas empresas estão adotando  pacotes de benefícios, que oferecem para os funcionários da geração Y. O mercado de tecnologia, publicidade, propaganda que detêm grande parte da geração Y, acabam implementando isso para uma grande parte dos funcionários. 


sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Empresas com vagas de chefia fazem seleção criteriosa para garantir a contratação de funcionários.

Empresas com vagas de chefia disponível tentam fazer uma seleção criteriosa pra garantir contratação de funcionários acima de qualquer suspeita. De acordo com a especialista Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers, explica que para verificar se o perfil do candidato está de acordo com os valores, filosofia e a cultura da empresa, podem ser feitos através de "Assessment", de dinâmicas, como se relaciona com as pessoas. 


Contratar um profissional ético ainda mais para ocupar o cargo de chefia, é uma forma de minimizar os riscos e aumentar a produtividade.


FONTE: TV CULTURA


sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Antes de alcançar o sucesso é preciso estudar a empresa.

Conhecer a cultura da instituição é atitude importante - mesmo antes de conquistar a vaga da emprego. 

 



Você admira uma empresa e sempre quis conquistar um cargo lá. De repente, a vaga aparece. Como você age?

Segundo Madalena Feliciano, diretora de projetos da Outliers Careers, uma das principais atitudes que o novo empregado deve fazer é conhecer bem a empresa – mesmo antes de assumir o cargo. Mas, como conhecer a cultura da empresa sem nunca ter trabalhado lá? A especialista comenta.

“Quando o profissional passa por um processo seletivo antes de conquistar a vaga de emprego, pode aproveitar esse momento para descobrir várias informações da empresa: preste atenção nas perguntas feitas pelo entrevistador, pelas atividades que deverão ser realizadas, enfim, em toda e qualquer informação dada por ele. A atenção nesse momento pode garantir um bom resultado no futuro”, sugere Madalena.

Agora, quando não há o processo seletivo, o profissional deve pesquisar no próprio mercado as informações disponíveis sobre a empresa. “Converse com pessoas da área de recursos humanos, pessoas que já trabalharam na organização – ou que ainda trabalham, - entenda quais são as características que a empresa valoriza, etc”, comenta a especialista.

Porém, independente das informações adquiridas, tenha em mente que o que é bom para uma pessoa, pode ser ruim para outra. “Portanto, não generalize em ‘bom’ ou ‘mau’, e sim tente captar as características do lugar”, diz Madalena.

Além disso, a internet hoje é uma grande aliada nesse processo de conhecimento. Itens como “missão, visão e valores”, por exemplo, são importantes na hora de conhecer bem uma empresa e sua cultura – e, muitas vezes, esses elementos podem ser encontrados facilmente por meio do site até mesmo na página de rede social da empresa. “Vasculhe mesmo. Já que você possui a internet, use-a a seu favor. Profissionais que mostram conhecimento anterior e interesse sobre a empresa ganham pontos positivos com os chefes” lembra a coach.

Ao vasculhar e entender melhor a empresa, você conseguirá identificar também seus pontos fracos e terá bons critérios para definir se aquele é mesmo o emprego que você queria quando se candidatou. “Você torna a empresa mais ‘palpável’ e passa a entender de forma concreta como o processo funciona ali dentro. As características culturais impostas pela instituição combinam com as suas? Você admira as qualidades da empresa, assim como seus serviços e produtos? Se a resposta para essas perguntas for ‘sim’, você já está no caminho certo”, conclui Madalena.

Fonte:BBCNEWS

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

A importância da inteligência emocional no mundo corporativo

Muito mais do que um bom currículo, as empresas procuram por profissionais equilibrados e capazes de lidar com situações difíceis do cotidiano. 


Com cada vez mais informação, tarefas a serem realizadas e estresse no dia-a-dia, uma empresa, ao contratar um profissional, espera encontrar nele uma pessoa que seja competente em suas funções – mas que também saiba lidar bem com a pressão e demais problemas que possam vir a surgir no mundo dos negócios de forma equilibrada.


















Muitas vezes, a falta de sensibilidade em se relacionar com os outros assim como não saber lidar com situações de desconforto prejudicam a imagem e o desempenho do indivíduo. “É nessa hora que o desenvolvimento da inteligência emocional no mundo corporativo torna-se quesito importante para que o profissional mantenha o seu bom nível e aprenda a lidar melhor com situações corriqueiras”, comenta Madalena Feliciano, diretora de projetos da Outliers Careers.

Resumidamente, inteligência emocional é a capacidade de administrar as emoções para alcançar objetivos. “Com isso, entende-se que as pessoas que sabem lidar com seus medos, inseguranças e insatisfações costumam ter maior êxito em seus cargos – e até em suas vidas”, explica a especialista.

Deixar o ambiente mais harmonioso com foco nos resultados e abusando da criatividade para resolver “pepinos”, o profissional que desenvolve a inteligência emocional conquista pontos com sua equipe de trabalho e com seu chefe. “Por natureza, o ser humano é predisposto a ser intuitivo e a seguir seus instintos, porém, ter uma inteligência emocional equilibrada significa ter um bom discernimento na hora das tomadas de decisão e tranquilidade e sabedoria na hora de buscar as melhores estratégias e caminhos para conquistar o seu objetivo”, exalta Madalena.

Saber agir emocionalmente com inteligência traz consigo diversas vantagens no dia-a-dia e no possível sucesso da carreira profissional. Resultados como promoções mais rápidas, resultados efetivos, um bom networking e maior facilidade em aprender coisas novas são apenas algumas das características conquistadas pelos profissionais que desenvolvem essa competência. “Quando em harmonia, o profissional enxerga os problemas e objetivos de outro ângulo, e isso faz com que ele torne-se um visionário, afinal, sabe como negociar, desenvolve melhor a sua intuição e escuta mais seus líderes e parceiros”, diz a coach.

Quando falta a inteligência emocional, o profissional acaba não aplicando a melhor solução, pois as emoções acabam influenciando o raciocínio – e isso pode resultar em prejuízos financeiros e até na perda de alguns profissionais para a empresa. “Ao administrar suas emoções você garante a si mesmo e aos seus próximos uma maior produtividade, felicidade e realização própria. Viver de maneira equilibrada é a melhor solução para os problemas”, conclui Madalena.


Fonte:  GUIA VENDE MAIS



 

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Saiu da empresa? Veja como falar sobre ela em uma entrevista

A demissão faz parte da trajetória de muitos, ou melhor, de quase todos os profissionais em pelo menos alguma vez na vida. São vários os motivos para que a empresa tome esta decisão, que podem variar desde um comportamento inadequado do funcionário, falta de resultado, ou simplesmente quando a empresa deseja passar por mudanças e “renovar o pessoal”, entre dezenas de outros motivos.



Porém, muitas vezes o profissional que é demitido não aceita a situação da melhor maneira. “O ideal é aprender com o acontecido, tirar um aprendizado da situação, levantar a cabeça e buscar um novo emprego”, comenta Madalena Feliciano, Diretora de Projetos da empresa Outliers Careers Mas é aí que muitas vezes que surge a dúvida na cabeça desse profissional: “quando eu estiver em uma nova entrevista de emprego, como devo me comportar? Como falar do antigo emprego?”, e, sabendo dessas dúvidas que surgem na cabeça do profissional, Madalena oferece algumas dicas para enfrentar essa situação da melhor maneira possível.

O primeiro passo é não mentir. “Se você mentir e o entrevistador descobrir, as suas chances de conseguir o trabalho serão extremamente reduzidas”, exalta a especialista. Quando o profissional fala a verdade, ele mostra credibilidade, humildade e integridade. “Ele não é a única pessoa do mundo que já foi demitida – quem sabe, até o próprio entrevistador já passou por isso”, comenta.

Outra atitude importante que o entrevistado deve ter é não ficar na defensiva e ter humildade o suficiente para reconhecer o que o levou a ser demitido. “Não adianta ficar procurando culpados e falando mal da sua antiga empresa pelos quatro cantos, isso só prejudicará a sua imagem – e carreira”, ressalta Madalena, que acrescenta: “ao invés disso, assuma as responsabilidades pelos seus atos”.

Já sabe o motivo que levou a sua demissão? Então construa uma resposta clara – e a verbalize de forma concisa e breve. “Fale exatamente o que aconteceu e como você aprendeu com essa experiência. O que você faria de novo? O que faria diferente? Se precisar, escreva isso em um papel,” sugere. A maioria dos entrevistadores não espera um relato detalhado do que levou à demissão, apenas um breve motivo. “E mais uma vez, não culpe seu antigo chefe ou empresa”, exalta.

Caso necessário, pratique a resposta para si mesmo, na frente de um espelho ou em um lugar silencioso em que consiga colocar seus pensamentos em ordem. Diga alto, para você mesmo, o motivo que o levou a demissão, sem se exaltar ou parecer forçado. “O entrevistador presta mais atenção na forma com a qual você se expressa do que naquilo que você está dizendo. Concentre-se em falar sua resposta da melhor forma e fazer com que os outros o entendam dessa maneira – calma, sutil e humilde”, conclui Madalena.


Fonte: CATHO

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Quem segue estas 4 regras simples evita gafes no trabalho!

Confira as atitudes básicas que facilitam, e muito, a convivência no escritório e diminuem as chances de conflitos profissionais, segundo especialista.


São Paulo - Pode até parecer bobagem, mas cometer gafes no trabalho é algo que vai minando as relações com chefes e colegas e pode, sim, prejudicar a sua reputação profissional.

É o que afirma Madalena Feliciano, diretora da Outliers Careers. E isto faz sentido em um cenário em que as pessoas são contratadas por sua competência técnica e demitidas por suas deficiências comportamentais.
De acordo com ela, quem segue algumas regras básicas evita grande parte das gafes. Veja quais são:

Observação do ambiente
Observar antes de agir é essencial para não ganhar fama de “o chato do escritório”. Segundo Madalena, muitas gafes ocorrem por falta de atenção ao ambiente.
Comentários, risadas e piadas fora de hora, interrupções desnecessárias, trocar nomes de colegas são, muitas vezes, resultado de pouca observação. Esteja atento.
Familiaridade com a cultura da empresa
Há lugares em que o acesso aos chefões é livre. Por outro lado, há empresas em que a hierarquia deve ser estritamente respeitada e ir direto à sala do diretor, sem antes falar com o gerente, pode ser uma atitude mal interpretada.
Existem empresas em que o dress code é totalmente informal. Mas existem organizações em que a roupa é bastante observado.
Estes são apenas dois aspectos variáveis de um ambiente a outro e que fazem parte da cultura das empresas. Para quem considera um mistério a cultura do seu local de trabalho, existem maneiras fáceis de descobri-la.
Comunicação objetiva
A habilidade de comunicação tem sido uma característica muito valorizada pelas empresas. E objetividade é essencial. Nada mais irritante do que profissionais que falam demais, que abusam de “achismos”.
“É preciso saber se colocar e ter conhecimento do assunto antes de falar”, diz Madalena. Ouça mais e espere ter certeza antes de falar.“Se a pessoa não tem conhecimento do assunto é melhor dizer que prefere pesquisa antes de falar”, diz Madalena.
Cordialidade
Postura cordial é fundamental, sempre, segundo a especialista. Disposição para ajudar os colegas e atitude respeitosa evitam mais problemas de relacionamento do que você imagina.
“Educação vem em primeiro lugar”, afirma Madalena.Trate colegas, subordinados, chefes e clientes como gostaria de ser tratado.
Postura corporal também deve receber atenção já que pode denunciar seus pensamentos. Por exemplo: ficar “jogado” na cadeira e com o rosto apoiado pela mão durante uma reunião são claros sinais da falta de vontade de estar ali. E, provavelmente, quem está falando vai perceber isso.
Fonte: EXAME ABRIL

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Janaína Jacobina é a nova adepta do coaching!

Conquistando cada vez mais adeptos, a metodologia do coaching, que serve tanto para a vida pessoal quanto para a profissional, pode ser utilizada em inúmeros momentos da nossa jornada e é um grande auxílio para toda e qualquer pessoa, afinal, ele serve para ajudar na conquista de objetivos, a focar no que é importante para a pessoa, a encontrar caminhos dentro de si mesmo, no autoconhecimento, no desenvolvimento de habilidades, etc.

A repórter e apresentadora conta com o auxílio do
 coaching para alcançar e focar em seus objetivos.

Dentre seus novos adeptos está a repórter e apresentadora Janaína Jacobina, que descobriu os encantos e mudanças que o coaching traz para a vida de todos. Sendo auxiliada por Madalena Feliciano, diretora do Instituto Profissional de Coaching, Janaína já se inscreveu para participar do próximo curso oferecido pela instituição – e se mostra bastante animada com isso. “Descobri que através do processo de coaching posso abreviar o tempo em relação as minhas conquistas sociais, portanto, com o auxílio de um Coach Profissional, vou direto ao foco com assertividade, diz Janaína.


Prova da importância que essa metodologia vem alcançando é o fato de o coaching estar presente em 88% das organizações no Reino Unido e em 70% das empresas australianas, segundo a Bristol University. No Brasil, 92% dos líderes que atuaram com essas técnicas planejam recontratar ou continuar o trabalho.

Ajudando a identificar e trabalhar o potencial que o ser humano possui, o coaching é mais do que o compromisso com os resultados, ele transforma intenções e desejos em ações consistentes e constantes. “Em termos gerais, várias pessoas recorrem aos profissionais para conseguir direção e equilíbrio. Existe uma enorme parcela de pessoas que estão vivendo com qualidade, porém, esperam mais da vida e não sabem o que fazer e nem como começar para conseguir melhorar: e um coach as auxilia a terem uma vida com maior qualidade e obtenção de resultados”, resume Madalena.

Para aqueles que buscam o equilíbrio entre os âmbitos pessoais e profissionais – como a Janaína Jacobina, por exemplo, – podem contar com o auxílio do coaching para conquistarem seus objetivos.

 O próximo curso oferecido por Madalena, que contará com a presença de Janaína Jacobina, acontece durante os dias 07, 08, 09 de novembro e 05, 06 e 07 de dezembro. Com um conteúdo amplo, bom custo benefício, trainers master coaches , ensinamentos teóricos e práticos, o curso terá 72 horas de duração distribuídas em seis dias: 24 horas práticas supervisionadas e dois módulos de três dias cada: das 8:00 da manhã às 20:00 da noite.


Fonte:BORIMBORA

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Aprendendo a se posicionar no mercado. Você está onde queria?

Seu posicionamento é algo muito pessoal e define quem você é no mercado. Tome sua posição. 


Posicionamento é um conceito muito usado em marketing e significa, resumidamente, o lugar em que você está ou quer estar no mercado. Ter o seu posicionamento definido é de extrema importância, afinal, é isso que decidirá a forma como você será reconhecido no mercado de trabalho – tanto pelos seus clientes quanto pelos seus concorrentes, - assim como a visão que a mídia e os jornalistas terão de você e retratarão o seu trabalho.
Madalena Feliciano, diretora de projetos da Outliers Careers, comenta que marketing significa promover, divulgar e vender um produto ou serviço e, acima de tudo, construir uma marca. E é isso o que você fará com a sua carreira ao se posicionar no mercado: promoverá sua marca, saberá seus objetivos, como se portar frente a dificuldades, etc.
“Infelizmente, vejo que muitos bons profissionais se perdem na carreira porque não têm um posicionamento definido. Atiram para todos os lados e não conseguem concentrar sua energia no que realmente lhes interessa”, comenta a especialista. A partir do momento em que você tem um bom posicionamento, você é reconhecido no mercado e tem maiores chances de se tornar uma referência no assunto.
Mas, como definir um posicionamento? Para isso, é preciso atenção, vontade e dedicação para elementos diversos. “Para um bom posicionamento você precisará fazer um montante de escolhas pessoas e profissionais, exteriorizá-las e torná-las palpáveis e concretas. As características de uma empresa bem posicionada já estão dentro do próprio gestor, por isso, antes de tudo, você precisa se concentrar nas suas características pessoais, por exemplo, qual a sua missão de vida? Quais são seus desejos? Qual a razão de fazer o que você faz? Quais problemas você gosta – e deseja – resolver?”, explica Madalena.
A especialista ressalta que o profissional tem que respeitar o que lhe dá prazer e buscar fazer aquilo que lhe traz felicidade. “Você tem algum talento ou dom? Respeite-o e use-o a seu favor. Aquilo que se faz respeitando o dom pessoal tem melhores resultados, dá maior satisfação e menos desgaste - afinal, você tem aptidão para isso”, comenta.
Respeite e relembre tudo o que aprendeu com suas experiências profissionais e use as lições aprendidas. “Ter foco, ser pontual, buscar resultados, respeitar o tempo de trabalho, etc. Cada emprego oferece uma série de deveres e obrigações a serem cumpridos, - e eles sempre irão te ensinar algo”, ressalta.
Para ser diferenciado no mercado, repense quais são as suas virtudes, valores e principais características. “São essas qualidades que irão distinguir sua atuação no mercado ou sua marca. Suas virtudes são aqueles pontos chaves que farão você ser reconhecido”, diz Madalena. O sucesso é um equilíbrio entre suas principais características e aquilo que falta no mercado e, a partir do momento em que você harmoniza o que tem dentro de si com o que falta no mercado, você tem mais chances de obter sucesso, sentir-se realizado com sua profissão e terá o reconhecimento do público – que também saberá qual é o seu posicionamento.
Outliers Careers
Madalena Feliciano
Diretora Geral
(11) 2737-1685
Rua Professor Aprígio Gonzaga, 78, Térreo,  São Paulo - SP.
madalena@outlierscareers.com.br
www.outlierscareers.com.br
Fonte:BBC NEWS

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Como pensar em ser o dono da empresa sem parecer arrogante?

Sua empresa permite que você aja como empreendedor?


Você, como funcionário, já teve ter escutado alguém lhe falar que “é preciso pensar ou agir como se você fosse o dono da empresa”. Mas como fazer isso sem parecer arrogância da sua parte, e sim apenas comprometimento com o emprego? Madalena Feliciano, diretora de projetos da Outliers Careers, explica as melhores maneiras de pensar como o dono – e os benefícios que isso pode lhe trazer.

“Normalmente, ao dizerem que você precisa pensar como o dono, as pessoas estão se referindo a maneira com a qual você se preocupa com a empresa. Em tese, quando você pensa como o proprietário, suas preocupações, comprometimento e resultados aumentam – assim como o conhecimento sobre o local de trabalho e clientes”, resume a especialista.

Porém, será que os trabalhadores conseguem pensar na empresa em que trabalham como se fossem donos dela, em vez de meros empregados? O mundo atual prova que sim – prova disso são as instituições mais bem sucedidas do mundo procurarem por profissionais que pensem ‘fora da caixinha’. “Independente do cargo, os trabalhadores devem encarar qualquer desafio como se fossem os empresários responsáveis pelo setor, pensando como melhorar processos e economizar recursos dentro de sua área”, comenta Madalena.

Como você acha que os líderes chegaram onde estão? Muitos deles possuem essa característica em comum: a de agirem como empreendedores e estarem dispostos a errar. “O fundamental para o profissional atual é ter uma atitude empreendedora, independente do seu emprego e cargo. Quem não arrisca, não petisca”, lembra Madalena.

Quem empreende corre maiores riscos. É difícil acertar desde o começo – e os possíveis erros significam tempo e dinheiro que foram “jogados fora” na visão de muitas pessoas. Por isso, se você trabalha em uma empresa, garanta que ela apóie o seu empreendimento e possíveis falhas. Apresente bem as suas ideias e diga o que você espera alcançar com seu novo plano. “Praticamente todos os chefes gostam de ouvir novas ideias para sua empresa. Apresente-as formalmente, marcando uma reunião e estando disposto para possíveis críticas. Se não conseguir o apoio da primeira vez, não desista. Melhore o que foi pedido e peça opiniões para pessoas diferentes”, sugere a coach.

Em geral, os jovens dessa nova geração buscam ser empreendedores, as empresas, por outro lado, buscam reter os seus melhores e jovens talentos. Portanto, quando se é um bom profissional, ter o apoio da empresa é algo mais fácil para apostar em novidades. “Faça tudo bem feito e planejado. Essas preocupações antecipadas podem lhe dar uma imensa vantagem, afinal de contas, a liderança e o empreendimento são a arte de fazer as coisas simples – mas muito bem feitas”, conclui Madalena.


sexta-feira, 5 de setembro de 2014

O futuro está aí. Como se preparar para o mercado de trabalho?

É impossível prever o futuro, sabemos disso, mas isso não significa que não é possível interpretá-lo de acordo com os acontecimentos do nosso dia-a-dia. O mundo está passando constantemente por modificações que interferem direta ou indiretamente na vida da sociedade e, para aproveitar essas mudanças do melhor jeito, é preciso pensar de forma visionária, tentando enxergar a forma a qual o mercado estará em daqui dez anos.

“A primeira vista esse período parece longo, porém, só parece. As tecnologias de informação e comunicação trouxeram grande mobilidade e velocidade, fazendo com que o tempo diário pareça ter sido encolhido: uma década passa em um piscar de olhos”, comenta Madalena Feliciano, diretora de projetos da Outliers Careers. 

Em 2020, por exemplo, o cenário do mercado de trabalho no Brasil e no mundo será outro, e é importante estar preparado desde já para o que vem por aí, - ou você corre o risco de ficar para trás. Devido a isso, Madalena fala sobre algumas atitudes que podem ser tomadas para acompanhar o mercado – e, por que não, lançar tendência?

“A principal dica que eu ofereço é: saiba o que você quer da vida – e, para isso, pratique o seu autoconhecimento. Como fazer isso? Tomando as rédeas da sua carreira, exercitando a curiosidade, acompanhando as tendências e tentando se antecipar a elas. Esteja sempre antenado, atualizado e ativo no mercado. Isso é um bom início”, sugere Madalena.
Como estará o mercado daqui 10 anos? Que qualidades, competências e habilidades preciso desenvolver? Não são perguntas de respostas fáceis, mas, com estudo e atenção elas podem ser mais bem compreendidas. “Existem sim áreas que obterão maior investimento nos próximos anos, mas isso não significa que se você não se enquadra nelas, não possa fazer algo novo. O mundo está sempre pronto para novas boas ideias”, comenta.
Porém, para manter-se sempre atualizado, fazer alguns cursos – como de línguas, por exemplo – é extremamente importante. “Independente da área de atuação, o mundo está cada vez mais globalizado. Isso significa que as barreiras entre os povos diminuíram muito, - mas as línguas diferentes continuam existindo. Quando você sabe se comunicar em outras línguas, você tem um grande ponto a seu favor”, ressalta.
Outra sugestão que Madalena oferece é personalizar o trabalho, e, ao mesmo tempo, ampliar o seu foco, ou seja, adquirir conhecimento das mais variadas áreas. “Não é porque você é especialista em algo que deve fechar a cabeça para novas áreas de conhecimento”, diz. Também é importante não se acomodar e estar sempre pronto para lidar com outras culturas – essa é uma característica importante do futuro, afinal, estamos falando de um mercado globalizado.
Para aqueles que não sabem qual carreira seguir, Madalena dá algumas dicas daquelas que dão indícios que serão promissoras nos próximos anos. “Existem carreiras promissoras das mais variadas áreas. Entendo que as profissões que envolvem o meio ambiente e sustentabilidade, a tecnologia e virtualização, a qualidade de vida, a medicina,  a globalização – como administração de empresas ou relações internacionais, por exemplo, - são boas opções a se seguir”, opina a especialita.
Outliers Careers
Madalena Feliciano

Diretora Geral
(11) 2737-1685
Rua Professor Aprígio Gonzaga, 78, Térreo São Paulo - SP.
madalena@outlierscareers.com.br
www.outlierscareers.com.br
Fonte: BBC NEWS

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Dez dicas tornam o trabalho melhor quando você não ama o que faz

Tem horas em que você tem vontade de largar tudo e ir vender sanduíche natural na praia? Tenha calma: essa nem sempre é a melhor estratégia para lidar com o fato de a carreira escolhida não trazer a satisfação desejada. Antes de tomar uma decisão precipitada, leia dicas de especialistas para melhorar a situação antes de conseguir trocar de profissão.


1. Pense positivo


De acordo com o coach e consultor corporativo Carlos Diz, nem sempre detestar o trabalho tem a ver com estímulos externos –ambiente ruim, colegas competitivos, salário baixo–, mas com a própria percepção que temos da atividade.

"Quando não gostamos do que fazemos, a atividade se torna ainda mais difícil por casa da emoção negativa produzida ao pensarmos nisso", comenta Carlos, que é um dos sócios do Centro de NeuroLiderança, entidade que ministra cursos sobre o tema em São Paulo (SP), no Rio de Janeiro (RJ) e à distância.

Enquanto você não consegue uma nova oportunidade, tente pensar no fato de que a profissão escolhida não precisa ser necessariamente para sempre e em como vai ser bom quando tiver conseguido mudar. "Lembre-se que esse trabalho ainda é melhor do que nenhum", fala o consultor.

2. Negocie mudanças


Se o motivo da sua infelicidade vem da área em que está trabalhando, por que não verificar a possibilidade de trocar de setor ou função?

"Pesquise dentro da organização se há vagas em outros departamentos; tente se aproximar daqueles que mais lhe agradam; analise onde poderia sentir maior motivação", diz Madalena Feliciano, diretora da Outliers Careers, de São Paulo (SP). Ela sugere, ainda, negociar mudanças com o chefe: uma simples transferência pode ajudar a lidar com a sensação de sobrecarga, cansaço e infelicidade.

3. Ache um ombro amigo

Em muitos casos, os sentimentos de impotência e frustração podem ser atenuados se você desabafar. Encontre a pessoa certa e faça isso. Não estamos falando do chefe, mas daquele amigo, colega, conselheiro ou mentor em que você pode confiar. "Certifique-se que essa pessoa pode contribuir e não vai passar seu desabafo adiante", diz Madalena.

4. Invista no tempo livre

Dedicar-se a um hobby e não abrir mão dos momentos de lazer ajuda a tornar o fardo de uma carreira mal escolhida mais leve. Busque viver momentos agradáveis com amigos e familiares, pratique atividades que relaxam e revigoram e não descuide do sono nem da alimentação. Certamente o seu humor será outro seguindo essas dicas. E mais: quem sabe numa dessas ocasiões de folga não surge a ideia tão esperada para guiar sua mudança de vida?

5. Cultive um plano B

Reflita sobre seus objetivos de vida pessoal e profissional para descobrir se o que você não gosta é o trabalho em si, o ambiente ou a empresa. "Se for o trabalho, repense sobre seu plano de carreira. Afinal, passamos mais tempo no trabalho do que com a família", fala Bruna Tokunaga Dias, gerente da empresa paulistana de recrutamento e seleção Cia de Talentos. "Pesquise cursos de especialização para promover uma mudança", exemplifica. Mas antes de tomar uma decisão, prepare-se para a mudança.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Negócios em família: como prosperar?

Unir família e negócios, ao contrário do que muitos dizem, pode funcionar sim. 

A especialista comenta que uma das maiores preocupações é manter a família em entendimento durante todo o processo. “Quando as duas instituições se misturam, é de se esperar que, mais cedo ou mais tarde, crises ocorram. Se ambas já são complexas em si, imagine quando unidas. É preciso saber separar as crises de família com as crises de negócio, e muitas vezes é difícil lidar com isso quando elas estão tão ligadas entre si”, explica.

Dia 15 de maio comemora-se o Dia Internacional da Família e, tendo isso em mente, escolhemos um assunto polêmico que envolve os entes queridos: os negócios e a família.
No Brasil, cerca de 90% das empresas são formadas por membros da mesma família, porém, apenas 15% destas famílias conseguem passar o patrimônio para a terceira geração. “Trabalhar com pessoas com as quais existe uma ligação afetiva nem sempre é fácil. O problema acontece porque muitos acreditam que para criar uma empresa é preciso somente um contrato social, verbal e informal – e isso é um erro comum”, comenta Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers.




Para evitar conflitos e possíveis problemas que possam surgir a partir de pequenas brigas, o ideal é criar um conselho de família, para que as decisões sejam tomadas por meio de um acordo familiar. Quando essa estrutura é bem conduzida ela auxilia a minimizar os conflitos, porém, a sua ausência fará com que eles surjam com muito mais frequência e rapidez.
Outro ponto importante é escolher quem atua diretamente dentro da empresa. “É preciso que o profissional comprove sua competência na gestão, e não apenas assuma o cargo por ser da família ou um ‘velho amigo’. Se a família possui um colaborador altamente competente, ele pode ser elegível pelo conselho para ocupar o cargo, sendo ou não da família – antes de tudo é preciso que ele seja competente e confiável, para depois levar em consideração seu sobrenome”, ressalta Madalena.
Muitas vezes a competência do profissional é deixada de lado e os donos da empresa escolhem por colocar seus filhos ou familiares, ainda inexperientes e pouco motivados, em posições de destaque na empresa. “Isso pode fazer com que os funcionários com mais tempo de casa sintam-se frustrados, pois eles já trouxeram bons resultados ao negócio, e isso não é algo bom para a empresa, pois ela precisará, cedo ou tarde, de colaboradores ‘de fora’ e competentes”, exalta. 
Para que o negócio obtenha sucesso é preciso que os sócios tenham confiança entre si e tomem cuidado com a sucessão da empresa, que deve ser planejada com antecedência e cuidado. “Uma instituição não é apenas uma questão de herança, mas sim de competência: é preciso que o sucessor passe a confiança de que irá manter o negócio funcionando”, comenta.
O escritor Peter Drucker já dizia que “a empresa e a família somente sobreviverão e se sairão bem, se a família servir à empresa e não o contrário”, e isso fica ainda mais claro com o passar do tempo e as dicas propostas pela especialista: é preciso saber separar as duas instituições e definir as prioridades de cada uma delas.
Fonte:BBC NEWS

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Coaching auxilia profissionais perto da aposentadoria

O mundo de hoje oferece muitas oportunidades boas para quem passa dos 60 anos, basta saber usá-las. 

Muitos dizem que a vida começa aos 40 – prova disso é o aumento na expectativa de vida do brasileiro, que para os homens é de 81,9 anos e para as mulheres é de 87,2 anos. Muitos se aposentam assim que têm a oportunidade, aos 55, 60 anos, porém, a vida continua após a aposentadoria, e, para aproveitar a longevidade, especialistas falam em uma “pós carreira”.

Madalena Feliciano, diretora do Instituto Profissional de Coaching, comenta que para isso é preciso planejar essa nova etapa da vida. “É preciso evitar o tempo ocioso demais e ocupá-lo de forma prazerosa, dando atenção a novos interesses – como hobbies os quais a pessoa sempre teve vontade de fazer, ou trabalho voluntário – e mantendo-se intelectualmente, fisicamente e socialmente ativa”, comenta.


























O recém aposentado deve ter em mente que o fim da carreira profissional lhe oferece tempo, experiências e segurança financeira para reinventar a vida. “E o coaching para aposentado ajuda a pessoa a enxergar esse novo caminho. O objetivo é fazer um bom planejamento financeiro - devido a possível redução de salário, - e a contratação de um bom plano de saúde para que o aposentado tenha um vida com qualidade e sem atropelo financeiro” exalta Madalena.
Resumidamente, o coaching nessa área visa dar suporte ao profissional que encontra-se em fase de preparação para a aposentadoria – ou para aqueles que já estão aposentados mas encontram dificuldades em seguir em frente. “Na aposentadoria o idoso deve aproveitar tudo o que tem ao seu alcance. Para isso, o coaching auxilia a pessoa a elaborar um projeto que sirva como um caminho para descobrir novos horizontes alinhados com suas preferências, valores e missão de vida. 
Madalena ressalta que o planejamento é extremamente importante para o recém aposentado. “Digo isso porque é normal que os recém aposentados desfrutem dessa nova fase como se estivessem de férias do trabalho – passando os primeiros meses aproveitando e em repouso. Porém, passada essa euforia, o ócio demasiado revela-se bem diferente do intervalo anual de descanso – e é este o sentido das férias: descansar após os vários meses de trabalho”, diz a especialista.
O ser humano nasce com a vontade de sentir-se ativo e produtivo, e, caso a pessoa passe muito tempo apenas em “descanso”, é normal que com o passar dos dias, ela deixe de lado o estado de disposição ao de ansiedade – e esse faz com que a pessoa tenha uma sensação de vazio, já que sente não estar fazendo nada produtivo.
Sabendo que muitos aposentados sofrem com a ociosidade, o coaching nessa área ajuda no ingresso de uma nova fase de atividade produtiva. “Não é uma transição simples, mas a área de gestão de pessoas conta com estratégias eficazes para respaldar a volta ao mercado, ou a planejar o tempo livre – e o aposentado tem o lado positivo de trazer consigo a maturidade e as experiências pessoais”, comenta.
A pessoa, ao aposentar-se deixa um pouco de si nas empresas as quais trabalhou, porém, sempre é tempo de recomeçar e assumir novos papeis, sejam eles profissionais, voluntários, ou apenas consigo mesmo. “Para isso, pode ser preciso um auxílio de fora, que ajude nessa reciclagem, desenvolvimento e confiança no futuro”, conclui Madalena.
Fonte:BBC NEWS