segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Saiba seis dicas de como fazer seu marketing pessoal bem feito

Boa comunicação e bom relacionamento. Essas palavras nunca foram tão importantes quanto hoje, principalmente quando se trata do mundo corporativo. A pessoa que tem boa relação com seus colegas de equipe ou até mesmo aquela que está fora do mercado de trabalho, mas possui uma boa ferramenta de comunicação e sabe como se relacionar com demais pessoas, está sempre um passo a frente. Muitas pessoas possuem dificuldades e, por isso, que esse aspecto deve ser bem trabalhado para que 2016 comece diferente e ocorram mudanças positivas na sua vida.
Saber como se comportar e como transmitir a sua imagem pessoal frente à sociedade é algo extremamente importante para conquistar e manter o sucesso e bons cargos de trabalho. Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers, comenta que a forma a qual as pessoas se comunicam e se comportam frente a sua empresa, sua equipe, a uma entrevista de trabalho, etc., podem criar empatia ou antipatia, dependendo do caso. “É aí que entra o marketing pessoal. A questão é: você pode ser o melhor trabalhador do mundo, mas, se não deixar isso transparecer por meio de atitudes, fala, postura, posicionamento – seja na ‘vida real’ ou em perfis de redes sociais/profissionais online – é possível que sua equipe, seu chefe ou futuro chefe; não percebam que você possui todo esse potencial escondido em você”, afirma Madalena.
A especialista lembra que o marketing pessoal, quando bem feito, é um grande diferencial tanto na hora da contratação quanto no dia a dia de uma empresa. “Uma situação comum é quando duas pessoas com currículos parecidos fazem o mesmo trabalho dentro de uma empresa. Porém, apenas uma delas se destaca e é utilizada como exemplo. Por que isso acontece? Porque nem tudo se resume ao trabalho. Essa pessoa que ganha mais atenção provavelmente sabe fazer seu marketing pessoal e destacar suas qualidades que vão além da função profissional”, exemplifica.
Sabendo da importância que o marketing pessoal representa nas relações tanto de trabalho quanto pessoal, Madalena oferece algumas dicas que podem ser seguidas por aqueles que desejam se destacar e conquistar uma vaga de trabalho, tornar-se exemplo na empresa que atuam ou até manter um bom emprego:
1. Seja uma pessoa bem humorada e otimista, alguém que as pessoas desejam estar perto;
2. Saiba trabalhar em equipe, administrar conflitos e influenciar os outros pelas ações, não somente pelas palavras;
3. Respeito, honestidade, fidelidade, gentileza e humildade nunca fizeram mal a ninguém – invista nessas características;
4. Prometeu: cumpra. Simples assim. Pessoas de palavra, confiáveis e responsáveis são muito valorizadas no ambiente profissional e pessoal;
5. Reconheça seus pontos fracos e seus pontos fortes – sempre trabalhando para melhorá-los;
6. Utilize a internet a seu favor: cultive seu networking, dando sempre feedback para seus colegas, mantendo-se atualizado nas redes sociais e profissionais (facebook e linkedin, por exemplo), deixando o currículo sempre em dia, checando e-mails e mostrando que está sempre antenado com os acontecimentos do mundo.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

O que seu currículo deve ter para se destacar?

Na hora de procurar um novo emprego, as pessoas normalmente pensam no que elas querem fazer, quanto elas querem ganhar e no momento da entrevista. Poucos candidatos pensam no que vem antes de tudo isso: a apresentação do profissional. E isso é feito, primeiramente, por meio do currículo.

Muitos ainda pensam que o CV (Curriculum Vitae, como é formalmente chamado) não passa de um pedaço de papel e o importante é o que será apresentado na hora da entrevista presencial. O que essas pessoas não percebem é que, devido ao grande número de candidatos que as empresas geralmente recebem, o currículo acaba sendo, por diversas vezes, o único contato que o profissional tem com a empresa contratante. "O currículo é sua porta de entrada para qualquer lugar. Sem um documento apresentável, dificilmente o entrevistador, ou quem quer que seja que analise os currículos dos candidatos, vai se interessar por você", afirma Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers.

A especialista orienta que um bom currículo deve conter as informações básicas do profissional, além de toda e qualquer outra informação que seja relevante para a sua contratação. "Nome, telefone e e-mail profissional (sem apelidos) são essenciais, mas não pode parar por aí. Informações sobre sua formação universitária e cursos paralelos, como de idiomas ou de outras habilidades também são muito importantes. Seu objetivo com aquela entrevista, além de um resumo das suas qualificações e experiências profissionais não podem ser deixados de lado. Caso você trabalhe ou já tenha trabalhado com filantropia também adicione essa informação, pois é um diferencial", explica.

Madalena diz que, ao mesmo tempo em que o currículo deva ser claro e objetivo, a pessoa não pode se acanhar. "Ao falar de suas habilidades, não tenha medo de fazer um pouco de marketing pessoal, apresentando casos de clientes anteriores e que obtiveram sucesso com sua ajuda, por exemplo. Para quem nunca trabalhou e está atrás de uma primeira experiência, não é preciso pânico, afinal, esse é o momento de demonstrar, seja por meio do currículo ou ainda na entrevista, que você já está buscando garantir seu futuro, e exaltar isso também é importante. O problema principal nessas horas são as mentiras, que têm pernas curtas acabam sendo um tiro no próprio pé", alerta.

A profissional fala também que muitas pessoas estão diferenciando seus currículos cada vez mais pela tecnologia. "Muitos jovens estão produzindo seu currículo ou até mesmo seu portfólio de maneira mais dinâmica, com vídeos, animações e fotos. Isso pode mostrar ao recrutador que você é uma pessoa criativa e que gera novas ideias, fazendo você se destacar. Experiências internacionais também estão contando bastante pontos atualmente”, conta.

Além disso, Madalena diz que estar sempre atualizando seu CV pode ser importante para você nunca esquecer de nada. “Muita gente acaba deixando de lado e só vai atualizar na última hora para mandar, por isso é sempre bom indo atualizando a cada experiência que você tem. E para quem não sabe qual a melhor forma de montar seu CV, existem milhares de modelos na internet ou você pode buscar ajuda de pessoas especializadas no assunto que ajudar nessa tarefa. E caso você for montar sozinho, a dica principal é não esquecer de mostrar seus diferenciais", conclui Madalena.

Fonte: Press Floripa

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Saiba como responder as perguntas mais frequentes em entrevistas de emprego

É comum as pessoas pensarem que ter um bom currículo, recomendações impecáveis e apresentação pessoal adequada é o suficiente para se dar bem em uma entrevista de emprego, mas não é bem assim. Além da postura que o candidato precisa demonstrar, como não se atrasar e não faltar com educação, o mesmo deve se preparar para a entrevista. Mas como se preparar para uma entrevista em que você não sabe quais serão as perguntas?


De acordo com Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers, é preciso estudar a empresa e se conhecer bem. “Além do jogo de cintura, o candidato geralmente deve apresentar confiança e manter uma postura adequada ao momento. Estudar a empresa e seus valores podem te dar pontos se você mostrar ao recrutador que conhece a organização onde você quer trabalhar”, conta.


Dessa forma, Madalena listou as três perguntas frequentes em entrevistas e que vale a pena planejar as respostas:








1 – Fale sobre você ou quais são suas qualidades e defeitos/pontos fortes ou fracos.



Estas são perguntas quase obrigatórias em uma entrevista de emprego e deverá ser muito bem praticada para uma resposta sucinta, direta e, acima de tudo, que valorize o seu perfil profissional. É uma maneira do entrevistador saber mais sobre você além do que está no currículo. Você pode falar algumas qualidades e citar situações que elas apareceram e acabaram ajudando a resolver determinada situação. Dê preferência aos pontos fortes que possam ajudar na função que você vai ter caso seja contratado. Porém, é importante saber fazer seu marketing pessoal sem se vangloriar muito, ou seja, sem parecer arrogante. Evite usar palavras clichê: proativo, persistente, etc.


Já em relação aos pontos fracos, seja sincero. Se você mentir, isso pode ser um tiro no seu próprio pé. O aconselhável é falar um defeito seu, mas que isso está sendo trabalhado ao longo do tempo e que esse ponto fraco está sendo trabalho de alguma maneira para que você melhore cada vez mais.

Se o entrevistador queira saber um pouco da sua vida pessoal, não exagere muito nisso – fale apenas o básico porque ele não está interessado em saber dos seus problemas ou da sua vida inteira. Informações simples como se você namora ou bebe socialmente pode ser o suficiente.

2 – Quais são seus objetivos a curto ou longo prazo?

O autoconhecimento é essencial em uma entrevista de emprego. Isso porque, em muitos casos, as perguntas mais difíceis são aquelas que exigem respostas sobre você mesmo. Então além de saber como você é (suas qualidades e defeitos), também tenha metas e planos para o futuro. Após falar o que você deseja, pergunte algo sobre a empresa. Além de mostrar interesse e curiosidade sobre o lugar, você pode avaliar o quanto trabalhar ali pode ser importante na sua carreira. Respostas como "ganhar bem" ou "aposentar-se" são totalmente proibidas.

3 – Por que devemos escolher você?

Essa é uma pergunta ótima para o candidato, onde ele ganha um espaço para fazer seu marketing pessoal bem feito. A resposta pode ser dada de várias formas, mas falar que você pode ser importante para a empresa e justificar isso é uma das melhores saídas possíveis. Desse modo, o candidato pode mostrar seus valores, mostrar como trabalha, seu comportamento no ambiente de trabalho e mostrar que pode fazer a diferença naquela empresa.

Além dessas perguntas, outra questão que pode ser levantada pelo entrevistador é algo que tenha em seu currículo. “Ele pode perguntar sobre alguma experiência que você já passou ou até mesmo testar alguma informação, como o seu nível no inglês. Por isso é fundamental não mentir no seu currículo, para que na hora da entrevista o candidato possa comprovar tudo que está ali e não se passe por um mentiroso, pois ninguém vai contratar alguém desonesto”, conclui Madalena.
Fonte: Cenário MT

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Conheça as dicas para montar um currículo atraente e destaque-se ao buscar um novo emprego



Feliz Ano Novo! Quer dizer, o SEGUNDO ANO NOVO, AQUELE DEPOIS DO CARNAVAL. E, já que isso significa uma nova oportunidade para RECOMEÇAR, que tal acertar em cheio na ELABORAÇÃO DO CURRÍCULO para conseguir a tão desejada posição ou uma mudança de emprego?
Quer saber O QUE NÃO PODE FALTAR na apresentação das suas experiências  e qualidades profissionais na hora de enviar o documento para os recrutadores? “O currículo deve ter, no MÁXIMO, DUAS PÁGINAS. Mais do que isso, acaba sendo cansativo e não fica claro. É legal DIVIDIR POR TÓPICOS, porque nós, selecionadores, vamos direto ao que queremos saber. Tem que ser simples e objetivo, mas tem que ser VENDEDOR, ser o seu cartão de visita; deve ser comercial… A GENTE PERDE, no máximo, UM MINUTO E MEIO LENDO CADA CURRÍCULO”, adverte Madalena Feliciano, coach de carreira da Outliers Careers.
Veja algumas dicas da especialista:
ATENÇÃO AOS DADOS PESSOAIS COMPLETOS 
“Por incrível que pareça, tem gente que não coloca: põe e-mail, mas não telefone; coloca telefone e não e-mail…”, conta a coach, que confirma não ser possível entrar em contato com muitos candidatos em função dessa falta de informação. Então, não se esqueça do NOME COMPLETO, ESTADO CIVIL, IDADE E, PRINCIPALMENTE, E-MAIL E TELEFONE ATUALIZADOS na parte de cima do documento.
SEJA OBJETIVO
“É fundamental para que a gente ganhe tempo e o currículo seja MAIS ATRATIVO E COMERCIAL”. Madalena enfatiza o quão importante é DEFINIR TANTO A ÁREA COMO O CARGO DE INTERESSE PRETENDIDOS, sucintamente.
Ela exemplifica: “se um profissional da área financeira, com experiência também na área contábil, quer uma posição na área financeira, deve colocar isso. Como a gente está em um período de crise econômica, no entanto, se ele quer ser avaliado para um cargo abaixo do que está pleiteando, até para voltar para o mercado, pode fazer um currículo direcionado para a posição, desde que tenha experiência”, ela completa.
APONTE SUAS QUALIFICAÇÕES
São as EXPERIÊNCIAS EXPOSTAS DE MODO RESUMIDO. Nesse campo, VALE MOSTRAR QUALIDADES como assertividade, dinamismo, proatividade, liderança nata, trabalho em equipe, entre outras.
DESCREVA RESULTADOS E REALIZAÇÕES
Diante de uma EXPERIÊNCIA AVANÇADA, com muitos anos no mercado, é aconselhável inserir outro tópico, referente aos resultados e realizações conquistados ao longo da carreira. Contudo, “colocar NÃO SOMENTE O QUE VOCÊ AUMENTOU, ‘alavanquei as vendas, administrei tantas pessoas, entre outros’, como ‘diminui custos’; o você também FEZ EM PROL DE DIMINUIR, DA CRIATIVIDADE, são resultados alcançados para a companhia.”
CONTE SUA FORMAÇÃO ACADÊMICA
“De preferência, coloque por ORDEM CRONOLÓGICA, DE MAIS IMPORTÂNCIA”, reforça a especialista. NOME DA FORMAÇÃO E INSTITUIÇÃO onde se deu sua conclusão e época em que isso ocorreu. CURSOS TÉCNICOS são interessantes de mencionar quando não há graduação ou, até mesmo, a finalização do ENSINO MÉDIO, se a faculdade ainda está para começar ou não foi escolhida.
ELENQUE A EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
“Para quem já tem uma experiência maior o indicado é LISTAR, PELO MENOS, OS ÚLTIMOS DEZ ANOS”. Madalena confirma que é ideal citar APENAS AS ÚLTIMAS TRÊS EMPRESAS, começando pela mais recente, caso tenha havido mudanças nesse período. “Vejo muitas vezes que o profissional tem 40 anos e começou aos 16, como estagiário. E ele coloca toda aquela passagem e isso, de fato, não vai agregar nenhum valor ao currículo dele”, reforça.
Agora, aqueles que conseguem DEFINIR UM QUADRO DE QUALIFICAÇÕES BEM ALINHADO, NÃO PRECISAM REPETIR OS MESMOS DADOS a cada momento da trajetória empregatícia. Basta informar se houve um AVANÇO NA PROFISSÃO dentro da empresa, mostrar o crescimento e movimentação por outras departamentos. Cada cargo deve vir com o TEMPO PELO QUAL FOI EXERCIDO E AS RESPONSABILIDADES EXIGIDAS.

SEJA SINCERO SOBRE OS IDIOMAS QUE COLOCA NO CURRÍCULO
Nesse ponto a coach de carreira enfatiza o QUÃO IMPORTANTE É NÃO MENTIR com o intuito de parecer algo que não é. “A gente percebe que, muitas vezes, para chamar a atenção, a pessoa coloca inglês avançado. Quando vai fazer o teste, ela não tem nem o básico. Se ela fosse aproveitada para outra vaga que não exigisse inglês, a gente ficaria com o pé atrás. Mentir no currículo, jamais e em hipótese alguma”, ressalta.
Caso haja CONHECIMENTO DE OUTRA LÍNGUA, DESCREVER O NÍVEL; se o curso ainda não foi finalizado, apresentá-lo como “espanhol em curso”, “inglês em curso” e, do mesmo modo, referir o nome da escola em questão.
DESTAQUE AS HABILIDADES EM INFORMÁTICA
DESCREVA O NÍVEL DE CONHECIMENTO TÉCNICO DE PROGRAMAS E SISTEMAS OPERACIONAIS, como Windows, Excel, Word, Internet, etc. Assim como no inglês, vale o lembrete: não minta com relação ao know-how.
DÊ ENFOQUE AOS CURSOS CERTOS
MENCIONE aqueles cujo foco SEJA RELACIONADO À ÁREA DE INTERESSE. Não esqueça o nome da entidade onde o realizou e a data em que isso aconteceu. “Também não interessa um curso que você fez em 1980, coloque os mais atuais”, salienta a coach.
ESTÁ EM BUSCA DO PRIMEIRO EMPREGO?
Para aqueles que ainda buscam por uma primeira oportunidade, a profissional recomenda INCLUIR EXPERIÊNCIAS COMO FACULDADE, ESTÁGIO, CURSOS, TRABALHOS VOLUNTÁRIOS, PALESTRAS, PARTICIPAÇÃO NOS EVENTOS NA ESCOLA, HABILIDADES E APTIDÕES, já que elas contam bastante no momento da avaliação para uma vaga.

ELIMINE OS ERROS MAIS COMUNS
MENTIR
Como mencionado anteriormente, pode prejudicar até o aproveitamento para vagas futuras.
COLOCAR O NÚMERO DE DOCUMENTO
RG, CPF, Carteira de trabalho ou quaisquer outros – NÃO É PERTINENTE INFORMAR NENHUM NÚMERO DE DOCUMENTAÇÃO pessoal no currículo. “Você deverá apresentá-los caso a empresa lhe solicite”, avisa a especialista.
INCLUIR FOTO
NÃO HÁ NECESSIDADE alguma de colocar foto no currículo.
LEVAR REFERÊNCIAS
Da mesma maneira que os números de documento, só leve consigo uma vez que o entrevistador pedir.
EXPLICITAR A PRETENSÃO SALARIAL
Para a especialista, essa informação só deve ser dada quando pedida pela empresa. “Caso contrário, NEGOCIE NA ENTREVISTA PESSOAL que, provavelmente, você terá mais sucesso e não vai ser eliminado numa primeira fase por causa do currículo”, a coach alerta.  Perante a imposição de tal item, este deve vir no FINAL DE TUDO.
DEIXAR ERROS DE PORTUGUÊS
EVITE OS ERROS DE CONCORDÂNCIA, O USO EXAGERADO DO GERÚNDIO E DA PRIMEIRA PESSOA DO SINGULAR. O indicado é sempre manter a uniformidade da escrita na terceira pessoa do singular.
ERRAR NA FORMATAÇÃO
A especialista é categórica e estabelece a FONTE 12 COMO IDEAL: “não use  fontes muito pequenas para caber em duas páginas. Para quem vive de ler currículo, é cansativo. E nada de letra cheia de ‘frufru’. Use uma letra básica, mais comum, como a arial. Sem inventar muita moda”.
Com relação aos campos de maior abertura criativa, como marketing, publicidade, propaganda e design, por exemplo, é interessante ter um currículo base, mesmo que haja demanda por um portfólio dos trabalhos realizados até o momento.
NÃO CARREGAR UMA CÓPIA
“Mesmo que o entrevistador tenha recebido seu currículo por e-mail, sempre tenha uma CÓPIA DENTRO DE UM ENVELOPE BRANCO – nada de cópia amassada. Peque pelo excesso, mas não pela falta. Se pedir, você o tem em mãos”, Madalena conclui.

fonte: Daqui Dali

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Como agir para ser um empreendedor em 2016?



Ano novo, mudanças, novos objetivos, novos sonhos e novos desejos. Não há hora melhor do que essa para investir nos planos que estão no papel há tempos, mas que insistem em não sair de lá. Essa é a hora do décimo terceiro salário, das férias e, a princípio do descanso. Porém, muitas pessoas aproveitam o tempo livre e o dinheiro a mais para investirem em seus novos negócios e mudarem de vez a sua carreira.

Ainda existe um certo tabu na hora de deixar um emprego certo para apostar em uma nova carreira, e muito disso acontece porque as pessoas, mesmo sem querer, acabam por criar um vínculo com a profissão que exercem, com o cargo ocupado e com o salário que recebem. Além disso, também há a pressão externa da família e amigos, que condenam o fato de deixar de lado uma carreira já consolidada para apostar em algo novo, ainda mais quando se trata de pessoas mais experientes. Mas apesar de todos esses obstáculos, é cada vez mais comum observar pessoas que deixam de lado a vida “certa” para seguirem o caminho que desejam, mesmo que isso exija maior esforço e traga menos retorno financeiro, pelo menos no início.

No país, já são mais de 10 milhões de empresas, sendo 95% delas micro e pequenas. Segundo dados do Sebrae, 51% dos empreendedores são mulheres, 53% têm até 34 anos e 55% são da classe C. De acordo com Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers, deixar um trabalho certo e estável para abrir seu próprio negócio pode parecer assustador, e, para dar esse grande salto é preciso estar preparado, ter um bom planejamento e saber com quem contar. “Não existe receitapara que o resultado seja 100% positivo, mas existem sim algumas posturas do empreendedor que podem ser tomadas parafazer com que o período de transição traga consigo aprendizado e sucesso – mesmo que seja em um prazo maior”, explica.

Antes de qualquer atitude, o profissional precisa saber se tem uma boa ideia para colocar em prática, e, para isso, é preciso estudar a área de atuação, estudar os concorrentes, ter bons conselheiros, um capital inicial disponível para investir na empresa, ter a certeza de que esse novo emprego lhe trará mais satisfação que o antigo, acreditar que o negócio não quebrará em, no mínimo, três anos, uma boa rede de contatos e autoconhecimento, para saber se ele é disciplinado o suficiente para manter um negócio próprio.

“Além disso tudo, o profissional que deseja empreender precisa estar ciente de que muitas vezes o novo trabalho ocupa mais tempo do que o antigo, principalmente no início, e, por isso, deve ser algo prazeroso. Prepare-se para virar noites trabalhando e pensando sobre como resolver possíveis problemas”, exalta Madalena.

A profissional diz que o novo empreendedor deve ser capaz de descrever em poucas palavras o que seu serviço/produto é capaz de trazer como benefício para os clientes. “É a partir desse momento que se torna concreto o que você está fazendo, deixando claro que você sabe o que tem a oferecer ao mercado e como fará isso”, explica.

A especialista também comenta que esse não é um objetivo fácil de ser atingido, mas que não existe idade máxima para ser realizado (diferentemente do que muitos pensam) e que, quando bem pensado, estudado e desenvolvido com atenção vale a pena o esforço. “Fazendo essa transição com dedicação e vontade, tudo acontece de forma mais natural, mesmo quando se trata da primeira experiência como empreendedor. É preciso passar por vários obstáculos que surgem no caminho, mas, no final não há nada como ter um negócio para chamar de seu – e ter orgulho disso”, conclui.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Seja contratado pela sua inteligência


Com cada vez mais informação, tarefas a serem realizadas e estresse no dia-a-dia, uma empresa, ao contratar um profissional, espera encontrar nele uma pessoa que seja competente em suas funções, mas, principalmente, alguém que saiba lidar bem com a pressão e demais problemas que possam vir a surgir no mundo dos negócios de forma equilibrada.
Muitas vezes, a falta de capacidade em se relacionar com os outros assim como não saber lidar com situações de desconforto prejudicam a imagem e o desempenho do indivíduo. “É nessa hora que o desenvolvimento da inteligência emocional no mundo corporativo torna-se um quesito muito importante para que o profissional mantenha o seu bom nível e aprenda a lidar melhor com situações corriqueiras”, comenta Madalena Feliciano, diretora de projetos da Outliers Careers.
Resumidamente, inteligência emocional é a capacidade de administrar as emoções para alcançar objetivos. “Com isso, entende-se que as pessoas que sabem lidar com seus medos, inseguranças e insatisfações costumam ter maior êxito em seus cargos e também em suas vidas. A tendência atual é contratar não apenas pela habilidade técnica, mas também pela inteligência emocional. Essa é uma tendência global, pois a maioria das demissões ocorrem por causa do funcionário não saber se controlar em alguma situação de conflito no ambiente de trabalho”, explica a especialista.
O profissional que desenvolve a inteligência emocional conquista pontos com sua equipe de trabalho e com seu chefe, isso porque ele deixa o clima da firma mais harmonioso com foco nos resultados e abusa da própria criatividade para resolver ‘pepinos’ da empresa. “Por natureza, o ser humano é predisposto a ser intuitivo e a seguir seus instintos, porém, ter uma inteligência emocional equilibrada significa ter um bom discernimento na hora das tomadas de decisão e tranquilidade e sabedoria na hora de buscar as melhores estratégias e caminhos para conquistar o seu objetivo”, exalta Madalena.
Saber agir com a cabeça boa traz consigo diversas vantagens no dia-a-dia e no possível sucesso da carreira profissional. Resultados como promoções mais rápidas, resultados efetivos, um bom networking e maior facilidade em aprender coisas novas são apenas algumas das características conquistadas pelos profissionais que desenvolvem essa competência. “Quando em harmonia, o profissional enxerga os problemas e objetivos de outro ângulo, e isso faz com que ele se torne um visionário, afinal, ele vai saber como negociar e escutar melhor seus colegas e líderes, além de desenvolver melhor a sua intuição”, diz a especialista.
Quando falta a inteligência emocional, o profissional acaba não aplicando a melhor solução, pois as emoções acabam influenciando o raciocínio – e isso pode resultar em prejuízos financeiros e até na perda de alguns profissionais para a empresa. “Ao administrar suas emoções você garante a si mesmo e aos seus próximos uma maior produtividade, felicidade e realização própria. Viver de maneira equilibrada é a melhor solução para os problemas e fará com que você encontre seu lugar no mercado de trabalho com maior facilidade”, conclui Madalena.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016



É comum as pessoas pensarem que ter um bom currículo, recomendações impecáveis e apresentação pessoal adequada é o suficiente para se dar bem em uma entrevista de emprego, mas não é bem assim.

Além da postura que o candidato precisa demonstrar, como não se atrasar e não faltar com educação, o mesmo deve se preparar para a entrevista.

Mas como se preparar para uma entrevista em que você não sabe quais serão as perguntas? De acordo com Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers, é preciso estudar a empresa e se conhecer bem.

“Além do jogo de cintura, o candidato geralmente deve apresentar confiança e manter uma postura adequada ao momento. Estudar a empresa e seus valores podem te dar pontos se você mostrar ao recrutador que conhece a organização onde você quer trabalhar”, conta.

Dessa forma, Madalena listou as três perguntas frequentes em entrevistas e que vale a pena planejar as respostas:

1 – Fale sobre você ou quais são suas qualidades e defeitos/pontos fortes ou fracos.

Estas são perguntas quase obrigatórias em uma entrevista de emprego e deverá ser muito bem praticada para uma resposta sucinta, direta e, acima de tudo, que valorize o seu perfil profissional.

É uma maneira do entrevistador saber mais sobre você além do que está no currículo. Você pode falar algumas qualidades e citar situações que elas apareceram e acabaram ajudando a resolver determinada situação.

Dê preferência aos pontos fortes que possam ajudar na função que você vai ter caso seja contratado. Porém, é importante saber fazer seu marketing pessoal sem se vangloriar muito, ou seja, sem parecer arrogante.

Evite usar palavras clichê: proativo, persistente, etc. Já em relação aos pontos fracos, seja sincero. Se você mentir, isso pode ser um tiro no seu próprio pé.

O aconselhável é falar um defeito seu, mas que isso está sendo trabalhado ao longo do tempo e que esse ponto fraco está sendo trabalho de alguma maneira para que você melhore cada vez mais.

Se o entrevistador queira saber um pouco da sua vida pessoal, não exagere muito nisso – fale apenas o básico porque ele não está interessado em saber dos seus problemas ou da sua vida inteira. Informações simples como se você namora ou bebe socialmente pode ser o suficiente.

2 – Quais são seus objetivos a curto ou longo prazo?

O autoconhecimento é essencial em uma entrevista de emprego. Isso porque, em muitos casos, as perguntas mais difíceis são aquelas que exigem respostas sobre você mesmo. Então além de saber como você é (suas qualidades e defeitos), também tenha metas e planos para o futuro.

Após falar o que você deseja, pergunte algo sobre a empresa. Além de mostrar interesse e curiosidade sobre o lugar, você pode avaliar o quanto trabalhar ali pode ser importante na sua carreira. Respostas como "ganhar bem" ou "aposentar-se" são totalmente proibidas.

3 – Por que devemos escolher você?

Essa é uma pergunta ótima para o candidato, onde ele ganha um espaço para fazer seu marketing pessoal bem feito. A resposta pode ser dada de várias formas, mas falar que você pode ser importante para a empresa e justificar isso é uma das melhores saídas possíveis.

Desse modo, o candidato pode mostrar seus valores, mostrar como trabalha, seu comportamento no ambiente de trabalho e mostrar que pode fazer a diferença naquela empresa.

Além dessas perguntas, outra questão que pode ser levantada pelo entrevistador é algo que tenha em seu currículo.

“Ele pode perguntar sobre alguma experiência que você já passou ou até mesmo testar alguma informação, como o seu nível no inglês. Por isso é fundamental não mentir no seu currículo, para que na hora da entrevista o candidato possa comprovar tudo que está ali e não se passe por um mentiroso, pois ninguém vai contratar alguém desonesto”, conclui Madalena.