terça-feira, 31 de maio de 2016

Sete hábitos comuns podem estar atrapalhando a sua vida

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Esperar que o par adivinhe o que você quer pode impedir a sua felicidadeimagem: Getty Images

Heloísa Noronha
Do UOL, em São Paulo
Se você tem a sensação de que alguma coisa na vida –amor, trabalho, autoestima, sociabilidade– não evolui, por mais que se esforce, é provável que algum comportamento nocivo no dia a dia esteja impedindo sua felicidade. Veja, segundo especialistas, quais são os hábitos mais danosos e elimine-os da sua rotina:
Procrastinar: deixar para amanhã o que se pode fazer hoje, segundo Madalena Feliciano, diretora do IPC (Instituto Profissional de Coaching) e diretora geral da consultoria Outliers Careers, ambos na capital paulista, é um hábito terrível que impede qualquer um de conquistar objetivos. Quem deseja evoluir precisa se empenhar e parar de inventar desculpas para adiar os planos, dos mais simples aos mais ousados.
As pessoas costumam se sabotar, mesmo sem perceber, tanto na vida pessoal quanto profissional. E, quando caem na real, percebem que estão vivendo no piloto automático. "Muita gente diz: 'vou começar uma dieta na segunda-feira', 'vou parar de fumar no ano que vem', 'farei minha pós-graduação no segundo semestre'. Quando se dão conta, o tempo passou e nada mudou".
Reclamar: concentrando-se naquilo que acredita estar ruim, uma pessoa dificilmente tem tempo ou disposição para enxergar as coisas boas ou se esforçar para melhorar o cenário. "A falta de entusiasmo é uma característica das pessoas que passam a vida reclamando. Muitas se sentem vítimas do destino: tudo sempre vai mal, nada dá certo, só os outros têm sorte”, exemplifica Madalena Feliciano. "Ter atitudes positivas começa na mente, portanto, se você se identificou, comece a praticar agora e perceba a diferença na sua vida diariamente", fala. 
Esperar que o par adivinhe seus desejos: segundo a psicanalista e psicóloga Ana Cássia Maturano, de São Paulo (SP), não são poucas as pessoas que criam expectativas de que o parceiro vá adivinhar o que elas querem. "São criadas expectativas em relação ao outro que só existem na sua cabeça. O par não tem como saber o que você pensa se você não falar. Diga o que você quer ou o que incomoda. Isso não significa que o parceiro agirá de acordo com seus desejos, mas ao menos ele saberá quais são", explica a especialista.
Não viver o presente: algumas pessoas pensam tanto no futuro, no que está por vir, nas possíveis doenças, no envelhecimento ou na condição financeira da próxima década que acabam não conseguindo aproveitar o momento. "A angústia em relação ao futuro faz com que o presente passe despercebido. É um sofrimento inútil", diz a psicóloga Ana Cássia. Você pode e deve fazer uma poupança pensando em um investimento a longo prazo, fazer exames de saúde periódicos e tomar várias medidas para garantir um bom futuro, mas sem esquecer de viver o presente. 
Para a psicóloga Andréa Lorena, também da capital paulista, ficar preso ao passado também é um hábito nocivo. “Pessoas que ficam ligadas ao que já aconteceu costumam ter sentimentos de culpa e muita tristeza. Perdem muito tempo pensando em como seriam as coisas hoje se a sua atitude do passado tivesse sido outra. Com isso, também acabam não aproveitando as situações do presente", afirma.
Ressaltar o que falta: às vezes, ficamos tão ligados ao que não temos ou na parte de nossas vidas que não está indo bem que deixamos de valorizar nossas conquistas. “Destacar apenas o que nos falta é um hábito maligno, porque nunca se consegue alcançar a sensação de satisfação. É algo prejudicial à autoestima, porque pessoas assim dificilmente conseguem enxergar a verdadeira realização daquilo que fazem, pois perdem tempo com lamentações”, diz Ana Cássia. 
Preocupar-se com a opinião alheia: "Esse hábito não somente atrapalha sua vida, mas o impede de se conectar a si mesmo e a seus objetivos. É fato que não se preocupar com o que os outros irão pensar a seu respeito é algo praticamente impossível, por isso, o mais importante é escolher quais pessoas realmente se importam com você”,diz o psicólogo clínico e coach João Alexandre Borba, de São Paulo (SP).
Guardar mágoas: a pessoa que guarda mágoas não as resolve e muito menos as aceita “Ressentimentos, frustrações e decepções vão se acumulando e há o risco de desenvolver sintomas depressivos e ansiosos, além de ter comportamentos explosivos, pois existem coisas que não foram resolvidas emocionalmente”, explica Andréa Lorena.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Como se dar bem em processos seletivos em inglês

Dominando o inglês: confira dicas para evitar o “embromation” durante o processo seletivo | <i>Crédito: Pexels
Dominando o inglês: confira dicas para evitar o “embromation” durante o processo seletivo | Crédito: Pexels
São Paulo - O conhecimento da língua inglesa é frequentemente utilizado pelos empregadores como um fator decisivo para a escolha dos candidatos a vagas de emprego. Para verificar o domínio do idioma, os recrutadores analisam desde o currículo recebido – observando o nível de conhecimento declarado e o método de aprendizado utilizado –, até a desenvoltura da pessoa em testes escritos e orais, a fim de medir a real capacidade de comunicação em inglês. Quem tem o objetivo de conquistar essas oportunidades precisa estar atento para não cometer gafes na hora de comprovar a aptidão. Para evitar que isso aconteça, veja quatro dicas para evitar o “embromation” durante o processo seletivo:
1.Estude possíveis temas da entrevista
Ler materiais em inglês sobre os assuntos que poderão ser abordados no dia da entrevista é uma ótima forma para você se familiarizar ou relembrar termos específicos. Pratique escrevendo redações que estimulem a argumentação e a familiarização com o vocabulário. Uma dica é usar recursos online como o Write&Improve (www.cambridgeenglish.org/learning-english/free-resources/write-and-improve). Nele, a pessoa escolhe um tema, escreve seu texto e envia para um sistema que retorna em segundos com um feedback do que pode ser melhorado em termos de gramática e vocabulário. Assim, o nervosismo diminui e as chances de sucesso no momento de pressão são maiores.
2.Não se esqueça da pronúncia
Praticar a conversação em torno desses assuntos também é fundamental para evitar deslizes e facilitar a comunicação na hora da entrevista. Para isso, além de treinar com músicas e filmes em inglês, busque vídeos na internet que explorem os potenciais temas que serão abordados e preste atenção em como os termos novos são pronunciados. Se surgir dúvida, uma boa dica é consultar a opção de áudio do Google Tradutor (https://translate.google.com.br/?hl=pt-BR) . Lembre-se que a boa pronúncia começa, antes de tudo, no ouvido, e se você nunca escutou alguém falando uma determinada palavra, dificilmente vai aprender a pronunciá-la apenas com a leitura.
3.Tenha uma certificação internacional (e declare isso no currículo)
Os exames de certificação internacional de proficiência são desenvolvidos com base em padrões internacionais de habilidades e comprovam, de maneira isenta, que a pessoa certificada está apta a se comunicar no nível testado e que não faltará base para as atividades do dia a dia. Justamente por facilitar a seleção dos candidatos mais bem preparados no idioma, eles são muito bem vistos pela maioria das empresas nacionais e multinacionais. Ter uma certificação torna-se especialmente interessante em tempos de crise, quando as vagas estão mais disputadas e os gestores buscam fazer contratações cada vez mais assertivas.
4.Avalie o seu desempenho após a entrevista
Depois da entrevista, analise as zonas de desconforto e as dificuldades sentidas durante todo o processo – talvez o examinador tenha até mesmo pontuado questões que não estavam claras ou que podem ser melhoradas no currículo. Conhecendo os pontos de melhoria, é possível investir mais tempo para desenvolvê-los, seja em casa ou em sala de aula com o auxílio do professor, por exemplo. Isso contribui para que você esteja cada vez mais preparado para as próximas oportunidades.

*Marcelo Barros é diretor de Educação da rede de escolas de idiomas CNA, e Alberto Costa é Senior Assessment Manager de Cambridge English no Brasil (departamento da Universidade de Cambridge dedicado à certificação internacional de inglês)

quarta-feira, 25 de maio de 2016

6 dicas para trabalhar em uma startup

Coworking do SEED, programa de aceleração de startups do Governo de Minas Gerais | <i>Crédito: Rodrigo Lima | Nitro
Coworking do SEED, programa de aceleração de startups do Governo de Minas Gerais | Crédito: Rodrigo Lima | Nitro
São Paulo -- As startups têm se firmado como opção e atraído o interesse de quem quer entrar no mercado de trabalho ou mudar o rumo da carreira. Um ambiente descontraído, criativo, dinâmico e que ainda oferece o desenvolvimento de várias habilidades são algumas das principais vantagens nesse tipo de empresa. Veja a seguir, algumas dicas compiladas por Izabela Maciel, uma das responsáveis pela contratação de talentos na Hotmart, empresa de venda de produtos digitais na América Latina. “Só se candidate a uma vaga em uma startup se você tiver disposição de colocar a mão na massa e fazer um pouco de tudo. Nelas, os times são pequenos e ninguém se esconde atrás de títulos. O trabalho, de uma maneira geral, existe na mesma proporção dos desafios e do desenvolvimento, então esteja certo de que topa se arriscar!”, afirma Izabela.

1. Alie seu talento à atividade
Certifique-se de que você irá fazer uma atividade que envolva o seu talento, isto é, aquilo que você faz de melhor. Só assim você irá atingir seu mais alto nível de performance.

2. Tenha paixão
Seja apaixonado pelo que você faz. Pelas suas tarefas diárias. Isso é o que garante que todo o seu esforço faça sentido. Isso geralmente acontece ao escolher uma empresa que esteja alinhada com seus valores e que valorize aspectos importantes para você

3. Preze por bons relacionamentos
Cultive relacionamentos saudáveis e zele pela harmonia nos lugares em que você passar. Isso possibilitará relacionamentos profissionais saudáveis e estratégicos. E, provavelmente, fará você ser lembrado em outras oportunidades ao longo da carreira.


4. Conheça os objetivos da empresa 
E veja se estão de acordo com os seus. Afinal, você vai respirá-los em grande parte do seu dia. É importante que você concorde e se identifique.

5. Prepare-se para sempre mudar
Na maioria das startups, as relações são horizontais e as chances de participar de projetos de diferentes áreas em um curto espaço de tempo são grandes. Então, acostume-se com a mudança! 

6. Seja veloz
As startups mudam numa velocidade maior do que empresas de grande porte. Adapte-se a isso! Equilibrar velocidade e qualidade é um grande desafio que você deve encarar se quiser mesmo entrar em uma startup.

terça-feira, 24 de maio de 2016

11 dicas para negociar salário

Notas de real amontoadas | <i>Crédito: Pixabay
Notas de real amontoadas | Crédito: Pixabay
São Paulo -- A conversa sobre negociação salarial sempre gera apreensão às partes envolvidas, seja para pedido de aumento ou durante entrevista de emprego. É possível ser mais assertivo ao planejar a conversa com cuidado e antecedência, afirma Fernando Mantovani, diretor de operações da Robert Half no Brasil. “Todo colaborador tem o direto de abordar o tema remuneração. A questão central é ter sensibilidade para conduzir a conversa sem fazer ameaças”, ressalta. 

//COMO NEGOCIAR O SALÁRIO NO EMPREGO

1.Não fique com medo 
Ninguém é demitido porque pediu um aumento (ou não deveria ser). É preciso entender que esse é um assunto tenso para a gestão. Por mais que a pessoa queira e ache que você mereça, talvez não tenha meios de atender ao seu pedido no momento em que ele é feito. E isso gera uma tensão.

2.Tenha uma visão ampla do cenário 
Como está sua performance dentro do que a empresa espera? Tem atingido as metas? Qual é a percepção que a chefia e colegas têm do seu trabalho? Como está a saúde financeira da sua empresa? As respostas positivas a esses questionamentos é o que te farão seguir em frente ou não numa conversa sobre aumento de salário.

3.Razões para pedir aumento 
​ É importante saber que não se deve pedir aumento porque quer trocar de carro ou mudar para um apartamento maior, por exemplo. Questões sobre o que fazer com esse dinheiro são pessoais e não devem ser expostas. Nessa conversa, é importante mostrar que você está com disposição para aprender mais, ter um escopo maior de função, mais responsabilidades e que, consequentemente, você tem uma expectativa de ser melhor remunerado por isso.

4.Não faça o pedido via e-mail 
​ Conversas sobre aumento de salário devem ser feitas pessoalmente, olho no olho. Aproveite um momento de avaliação de desempenho ou peça uma conversa particular de feedback e introduza o tema. Mas jamais trate do assunto por e-mail.


5.Esteja com maturidade na função 
Se você assumiu há pouco tempo uma posição, espere. Não é prudente falar de aumento de salário antes de um ano. É preciso que você esteja mais experiente na função e com preparo para novos desafios. Controle a ansiedade!

6.O melhor dia para pedir aumento 
​ Pode parecer estranho, mas um estudo da Universidade de McGill, do Canadá, revelou que o melhor dia para pedir aumento é quinta-feira. Segundo a pesquisa, o humor vai melhorando ao longo da semana e as pessoas vão ficando mais flexíveis e agradáveis, talvez, pelo efeito do final de semana se aproximando. Diante de uma negativa, tente deixar agendada uma conversa para falarem sobre avaliação de desempenho e possível aumento da remuneração.
7.Entenda cursos de qualificação como um investimento 
Nem sempre enriquecer o currículo com cursos de pós-graduação, mestrado e MBA se reflete automaticamente no incremento da remuneração. Essa valorização salarial só é automática em alguns casos específicos e quando o certificado é chancelado por instituições muito reconhecidas e em cursos relevantes para a empresa. A notícia pode parecer frustrante, porém é sempre importante ter em mente que cursos de reciclagem e atualização são importantes para o desenvolvimento da carreira de qualquer profissional.
 

//COMO NEGOCIAR EM UMA ENTREVISTA DE EMPREGO

1.Não fale de salário na primeira entrevista 
A não ser que a pessoa que estiver te entrevistando questione sobre o assunto, nesse momento não fale de remuneração. Foque nas qualificações, como você se identifica com a empresa e a forma como enxerga seu futuro na companhia.

2.Pretensão salarial 
Ao fazer uma projeção salarial, o ideal é acrescentar algo entre 10% e 20% sobre o pacote de remuneração atual. Assim, você evita determinar valores específicos e pode deixar uma margem para negociação.

3.Como dizer que aceita um salário menor sem perder seu valor 
Para quem não está no mercado, não é difícil encontrar proposta salarial menor do que o último salário. Quando for questionado em uma entrevista se aceitaria um salário menor, no lugar de um simples sim ou não, responda: “Eu não aceitaria um salário menor em qualquer empresa. Mas na empresa X, eu aceitaria pelas razões x, y, z.” Dessa forma, você destaca seu futuro empregador sem perder o seu próprio valor.

4.Não minta!
Jamais minta seu atual salário, seja para mais ou para menos. Em algum momento, o real valor será descoberto e você terá sua credibilidade questionada. Aliás, essa regra vale para todas as etapas da entrevista e da carreira. Caso seu salário esteja acima do mercado, diga que sabe disso e que está confortável em se adequar à média do setor.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Profissionais pró-ativos têm mais chances de conseguir um emprego

Empresa de gestão de carreiras e recolocação de profissionais no mercado explica quais as características quechamam a atenção dos recrutadores
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O Brasil passa por um momento delicado na esfera econômica e política. O número de desempregados no país atualmente passados 10 milhões, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No entanto, é em momentos de crise que é importante avaliar as oportunidades e desenvolver-se adequadamente para aproveitá-las ao máximo.
A Outliers Careers, uma empresa paulista associada ao Instituto Profissional de Coaching, é dirigida pela Master Coach Madalena Feliciano e está no Top ofMind RH 2016. Entre outras atividades, orienta profissionais para voltarem a atuar e redimensiona a carreira de quem está empregado, mas quer atualizar-se para novos voos. Com mais de 20 anos no mercado, a coach dá dicas de como aproveitar as oportunidades de trabalho disponíveis, mesmo em momentos de crise.
Segundo Madalena, os candidatos mais pró-ativos, ou seja, que demonstram interesse em aprender coisas novas e desempenhar funções diferentes, são o que se destacam na entrevista de emprego. De acordo com Madalena, esses profissionais são chamados de Outliers, ou seja, pessoas “fora da curva”, “fora da média”, os que sempre tiveram preferência no mercado. “Dentro de uma empresa, na verdade, não existem características emocionais ideais. O que existe são pessoas adaptáveis, interessadas, entusiasmadas pelo que fazem. Profissionais que fazem a diferença através de uma pró-atividade autêntica, um constante trabalho de atualização de suas expertises e sua habilidade emocional em constante desenvolvimento”, indica a coach.
Algumas pessoas têm mais dificuldade em perceber que o mercado carece de profissionais de atitude e permanecem em inércia. Geralmente, esses profissionais tendem a serem preteridos ou substituídos por aqueles que se destacam.
Para a coach, a habilidade comportamental mais importante para o profissional é a empatia, a capacidade de se colocar no lugar do outro. “Empatia, em linhas gerais, é a capacidade de um indivíduo apreender comportamentos ao seu redor e agir do modo mais adequado em relação ao que percebeu. É a capacidade de compreender o que está em seu redor no que se refere a pessoas, e adaptar seu próprio comportamento de acordo com aquilo que é exigido naquele dado momento. Isto não é uma habilidade inata para grande parte das pessoas. Precisamos desenvolvê-la para interagirmos melhor”, diz.
Sendo assim, o coaching serve como uma ferramenta de autoconhecimento, que gera melhores resultados em um período de tempo menor. “Sugerimos o Coaching em virtude dos resultados já mensurados nos últimos 20 anos no mundo inteiro, os quais apontam o imenso sucesso produzido em um período relativamente curto de tempo. Isto em comparação com outras metodologias. Mas é claro que existem outros modos de desenvolvimento interpessoal e todos são igualmente válidos. O importante é que o profissional, antes de mais nada, perceba a importância de conhecer a si mesmo para alavancar sua performance, tanto nos processos seletivos como na organização em que já estiver atuando”, pontua Madalena.
A pró-atividade, dessa maneira, tende a garantir melhores possibilidades de emprego e, em alguns casos, promoção no ambiente de trabalho, elevando o cargo do profissional. De acordo com Madalena, a zona de conforto faz com que, muitas vezes, o profissional não invista no seu próprio conhecimento e deixe de lado as chances de desempenhar melhor o que faz. “O trabalho da Outliers Careers é justamente preparar profissionais para uma melhor performance pessoal, que o possibilite demonstrar com clareza suas expertises no mercado de trabalho”, conclui.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Empresas de outplacement e recolocação no mercado em alta no Brasil

Setor investe na capacitação dos profissionais em busca de emprego
Em função do atual quadro econômico, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que, desde 2014, houve um crescimento na taxa de desemprego em mais de 40%, atingindo diretamente mais de 10 milhões de pessoas.
Esta grave situação tem impulsionado alguns setores de mercado, como as empresas de recolocação profissional, por exemplo. A Outliers Careers é uma empresa diferenciada neste segmento. Situada no estado de São Paulo há quase quatro anos, emprega as mais conceituadas ferramentas de mercado de modo singular. Isto porque seu foco está no atendimento às necessidades de desenvolvimento de cada profissional de modo personalizado. Cuidar da carreira respeitando as necessidades de cada um define resultados muito maiores ao conjunto de profissionais atendidos.
A diretora geral da Outliers Careers, a Master Coach Madalena Feliciano, com 20 anos em gestão de carreiras, explica que o foco da empresa é desenvolver individualmente cada profissional. “A equipe não só atua na recolocação profissional de forma responsável, como amplia a performance destes e de todos aqueles que, mesmo empregados, desejem mudar o rumo de suas carreiras ou atuar ainda melhor. Para isso temos um corpo de profissionais que inclui administradores, psicólogos e mastercoaches, todos altamente capacitados, com ampla experiência em transformar estratégias em realidade”, afirma.
Esse tipo de serviço, quando respeita as características de cada profissional e seus anseios, tende a crescer significativamente, mesmo em tempos de crise econômica. No caso da Outliers Careers, há diversos testemunhos de sucesso, como este do (profissão) Edson Silva. (a pessoa que deu esse depoimento chama-se Edson Silva. Consegui esse depoimento no site e no release para aprovação pedi que colocassem a profissão dele aqui, mas não mandaram).

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Flexibilidade deve existir

O cenário político enfrentado pelo Brasil nos últimos dois anos teve repercussões na economia, o que resultou no aumento do desemprego. “Quando isso acontece, o mercado diminui as contratações porque as empresas ficam receosas”, comenta a coach Madalena Feliciano, diretora de projetos da Outliers Careers.
Apesar disso, ela vê perspectivas de retomada de crescimento nas admissões neste ano, com boas oportunidades nas áreas de serviços e tecnologia. Segundo a coach, apesar de queda recente, o varejo deverá começar a apresentar melhora. Outro segmento em ascensão é o de consultorias.
Para Madalena, na busca por um emprego o profissional deve se municiar de diversas características. Uma delas é flexibilidade. O trabalhador não deve se ater a somente uma função, mas explorar as próprias qualidades em busca de outros talentos.
Estar motivado é essencial – neste caso, ajuda profissional pode ser bem-vinda, principalmente para aqueles que passaram muito tempo em uma mesma firma e foram dispensados. “A pessoa não pode ficar desesperada. Reative a rede de relacionamentos e esteja nas mídias sociais”, aconselha.  
Indicação
Madalena diz que, por mais que o profissional seja gabaritado, muitas vezes a admissão em um novo trabalho depende de boa indicação. Por isso, “não adianta ficar em casa esperando o telefone tocar”.
Atualização é outro quesito fundamental. Pode-se – e deve-se – recorrer a cursos, palestras e seminários. “Fazer bom currículo, claro e sem erros, também é muito importante”, finaliza a coach da Outliers Careers.

terça-feira, 17 de maio de 2016

Conciliar maternidade com carreira requer esforço, mas compensa.

Ao passar das décadas, as mulheres começaram a exercer funções que, antes, eram designadas aos homens – como CEOs de empresas ou, até mesmo, como presidente do país, como é o caso de Dilma, a primeira mulher a presidir o Brasil.
maternidadeAlém de boas profissionais, as mães precisam estar presente em casa (Foto: Shutterstock)

Entretanto, as mulheres que desejam ser mães enfrentam uma dupla jornada: a de cuidar dos filhos e do lar, e, também, participar da renda familiar. Resumindo, maternidade e trabalho, trabalhar ou cuidar dos filhos? Conquistas como estas, muitas vezes, são acompanhadas por um sentimento de culpa por deixar os filhos, ainda bebês, aos cuidados de outras pessoas, para que possam trabalhar fora de casa. Mas, é preciso reconhecer que abrir mão do trabalho pode significar prejuízo financeiro e insatisfação pessoal. Assim como ser mãe, trabalhar e ganhar o próprio dinheiro faz parte dos sonhos de carreira da maioria das mulheres.

As mães precisam se recordar de que, além de boas profissionais, elas precisam ser presentes em casa, também. Claro, chegar cansada depois de um longo dia de trabalho é muito compreensivo, mas participar da vida de seus filhos também é essencial. Acompanhar os estudos deles, convida-los para jogar alguma coisa ou fazer algum passeio durante o fim de semana, são ótimas maneiras de tomar parte da vida de seus filhos, sem sufoca-los ou deixa-los muito soltos.

É preciso que as mulheres se lembrem de separar um tempo, alheio da vida profissional e maternal, para elas mesmas. Apesar de parecer uma missão impossível, é necessário lembrar-se, sempre, de guardar um tempo para fazer alguma atividade que lhe dê satisfação, sem que ela seja feita para os outros, mas em benefício próprio. Com a correria do dia a dia, faz bem cuidar de si mesma.

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Mantenha-se motivado no trabalho

Muitos funcionários passam por crises nas empresas quando sentem-se desmotivados com o trabalho ou com a empresa onde trabalham. Partindo desse princípio, a coach Madalena Feliciano, diretora de projetos da Outlieers Careers separou algumas dicas para se manter firme no serviço executado.
  1. Você faz o que gosta?
O funcionário trabalha mais motivado quando está clara qual função exatamente está desempenhando. Para que ele se sinta motivado e produza mais é necessário que tenha também uma expectativa de crescimento, de cargo ou de salário. Assim, o colaborador estimula metas a serem seguidas, além das já estipuladas no trabalho. A coach indica: ao final de cada dia ou semana, faça uma lista do que tem feito na empresa, uma espécie de relatório para avaliar o desenvolvimento do trabalho.
  1. A importância do seu trabalho
O seu trabalho é diferenciado ou você é só mais um funcionário na empresa? O tipo de trabalho que você realiza é importante para o desenvolvimento geral da empresa? De acordo com a profissional, o segundo passo para se manter motivado é saber que o seu trabalho faz a diferença para algumas pessoas. Segundo Madalena, “se você não está enxergando esse significado, tente ir mais fundo. Você pode analisar seus relatórios semanais para preparar a próxima semana”.
  1. Variedade as atividades
Um dos grandes pontos de desmotivação no trabalho é fazer tudo igual todos os dias. É importante se tenha atividades iguais todos os dias, você consiga flexibilizar as tarefas, para que o dia de trabalho não se torne maçante. A profissional indica esse tipo de movimento para estimular diferentes partes do cérebro, a fim de conseguir recarregar a motivação.
  1. Feedback
Tão importante quanto realizar um trabalho é ser reconhecido pelo que fez, seja pelo chefe ou pelo cliente. O feedback, diferente do que muitos costumam pensar, não serve para mexer com o ego do funcionário, e sim para ajudá-lo a aprimorar as suas habilidades e realizar um trabalho ainda melhor.
  1. Autonomia
Não menos importante que os outros pontos já citados, a autonomia no trabalho também é um fator de necessária discussão. Esse caso geralmente atinge os empreendedores, pois têm mais liberdade de escolha do horário no qual vão trabalhar e desempenhar as funções de acordo com sua vontade. “Fugir do convencional e dos padrões ajuda a nos tornarmos mais criativos”, finaliza Madalena.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Saiba como pedir um aumento salarial em tempos de crise

Muitas vezes, em PERÍODOS DE INSTABILIDADE ECONÔMICA, PEDIR UM AUMENTO SALARIAL não parece ser a atitude mais prudente ou aconselhável. Realizar essa tarefa em qualquer situação já dá um friozinho na barriga, quem dirá quando o cenário não é dos mais favoráveis?
Contudo, de acordo com Madalena Feliciano, coach de carreira da Outliers Careers, “não significa que a gente não contrate pessoas ou não aumente salários na crise”. De fato, olhando pelo LADO POSITIVO, é nesse momento que as empresas precisam manter seus funcionários mais competentes. E a remuneração é sim uma forma de RECOMPENSA PELO BOM TRABALHO desempenhado. Sendo assim, aproveite as dicas que o DaquiDali reuniu para não errar na hora de abordar o chefe e fazer a solicitação de aumentinho dos ganhos no final do mês:
Mostrar resultados, habilidades e competências contam na hora de falar com o chefe sobre aumento FOTO: thinkstock
MOSTRAR RESULTADOS, HABILIDADES E COMPETÊNCIAS CONTAM NA HORA DE FALAR COM O CHEFE SOBRE AUMENTO FOTO: THINKSTOCK
OBSERVANDO OS ACONTECIMENTOS
Mesmo que a sua posição ou o seu departamento não lidem diretamente com as questões financeiras da empresa, é sempre sensato ANALISAR A FASE pela qual a organização está passando, e a SITUAÇÃO DO MERCADO no qual está inserida também – porque, enfim, se o setor está estagnado, as OPORTUNIDADES DE CRESCIMENTO de uma parte dele podem ficar comprometidas. “Se as coisas não estão acontecendo, se a companhia está no vermelho, este não seria o momento ideal de você fazer qualquer pedido de aumento salarial”, reforça a coach. Às vezes, é preferível esperar um pouco até que tudo volte ao normal.
CONHECENDO O CHEFE
O superior passou direto e mal cumprimentou as pessoas? Talvez ele não tenha acordado muito bem – afinal, todos estão sujeitos às intempéries da rotina, e isso influencia em todos os sentidos. “O ideal é também ficar ligado se o seu CHEFE ESTÁ BEM-HUMORADO naquele dia”, coloca Madalena. “AGENDE UMA REUNIÃO com ele, para que você possa fazer isso numa data mais tranquila, com horário certo, para não pegá-lo de supetão”. Tudo planejado com antecedência.
A ARTE DA PERSUASÃO
Justificar o pedido com problemas pessoais não é o recomendado FOTO: thinkstock
JUSTIFICAR O PEDIDO COM PROBLEMAS PESSOAIS NÃO É O RECOMENDADO FOTO: THINKSTOCK
“Quando pedir algum tipo de aumento, é importante que o profissional esteja EMBASADO EM ALGUM TIPO DE RESULTADO”, ela explica. É preciso argumentação para convencer o patrão de que você merece, de fato, receber mais. Para a especialista, o profissional tem que saber claramente das suas conquistas nos negócios, suas melhores habilidades e competências, funções nas quais se destaca, e explicitar o que vem TRAZENDO DE DIFERENCIAL até então.  Como: a dedicação à carreira, se conseguiu alguma diminuição de custo, contribuiu com o aumento das vendas, destacou-se no atendimento ao cliente, entre outras. Isso é importante já que o reconhecimento se concretiza, principalmente, em função da AVALIAÇÃO DA PERFORMANCE.
NÃO PASSE A HIERARQUIA
“Não pule hierarquia porque isso é muito MALVISTO!”, conta a profissional. “Você vai conversar com o seu chefe imediato. E, se ele precisar de autorização para isso, vai se dirigir ao líder dele e argumentar o que você utilizou”. Recado dado é recado ouvido.
NADA DE ASSUNTOS PESSOAIS
Escolha um bom dia para falar com o seu superior FOTO: thinkstock
ESCOLHA UM BOM DIA PARA FALAR COM O SEU SUPERIOR FOTO: THINKSTOCK
Acontecimentos familiares, projetos individuais, circunstâncias em casa que fogem ao controle são adversidades que, muitas vezes, requerem maior demanda de dinheiro; porém, não devem ser justificativas para pedir aumento. “Filho que ficou doente, entrada na faculdade etc. não são argumentos! PROBLEMAS seus, PESSOAIS, NÃO TÊM A VER COM AUMENTO SALARIAL”.
QUANTO PEDIR?
“A gente sugere NADA MENOR QUE 5% e nada maior do que 20%”, a expert em carreiras informa. “Numa média, você pode pedir 10% de aumento”. Indicar que você quer menos do 5% nem vale o esforço e, se passar dos 20%, a probabilidade de levar um não sem precedentes é muito maior. Bom senso conta, e muito.
VALE NEGOCIAR?
Os incrementos no ordenado não precisam, obrigatoriamente, vir como um número real, assinado na carteira. Por que não NEGOCIAR OS SALÁRIOS INDIRETOS? De repente, solicitar mais benefícios como ASSISTÊNCIA MÉDICAAUXÍLIO FACULDADE, bonificações, um carro no nome da organização, mas que possa ser de uso particular para ir e voltar todos os dias,CESTA BÁSICA, e por aí vai. “Quando o seu profissional é desorganizado financeiramente, ele nem vai dar conta do que você deu de aumento salarial”, ela alerta. “Então, também tem que ser uma pessoa organizada nesse sentido, senão vai viver usando justificativas. E, certamente, seguiremos dizendo não”.
Negocie salários indiretos como assistência médica ou outros benefícios se for o caso FOTO: thinkstock
NEGOCIE SALÁRIOS INDIRETOS COMO ASSISTÊNCIA MÉDICA OU OUTROS BENEFÍCIOS SE FOR O CASO FOTO: THINKSTOCK
LEILÃO DE OFERTAS
“O leilão também é comum, vejo acontecer bastante, mas não é legal, não faça!”, ela aconselha. “Geralmente, quando um profissional recebe uma PROPOSTA DE EMPREGO, as chances de conseguir esse aumento salarial são maiores. Mas NÃO MINTA!”. Se a história não for verídica, o empregador pode vir a descobri-la e você vai ter um pepino maior ainda nas mãos para solucionar: “e pode até perder o emprego”.
DÊ TEMPO AO TEMPO
“O chefe também precisa de um TEMPO PARA PENSAR, dar uma olhada e averiguar a situação”. Por isso, não fique ansioso. A não ser que o feedback seja direto e/ou negativo e venha na mesma hora, a coach recomenda dar em torno de quinze dias para uma nova abordagem.
E, SE NÃO DER CERTO, O QUE FAZER?
“Não encare o ‘não’ como algo pessoal”, ela ratifica. Caso não seja o que você desejava,AGRADEÇA PELA CHANCE. “Pode até perguntar quanto tempo o seu superior vai precisar para executar essa avaliação”. Madalena confirma que, normalmente, de seis a oito meses é uma temporada razoável para TENTAR OUTRA VEZ. “Converse aberta e claramente, seja seguro tanto no porquê do pedido quanto para pleitear quando será o melhor momento de fazer isso novamente”. Não desista. “Às vezes, as empresas já têm um escopo de cargos e salários definidos”. Isso denota que, muito possivelmente, não há promoções antes de um ano de casa, por exemplo. A profissional recomenda, de qualquer maneira, estar sempre alinhado com os valores da instituição onde se atua, a fim de se atingir o que é esperado como meta e objetivo do cargo. “Hoje, O QUE CONTA É RESULTADO!“.

quinta-feira, 12 de maio de 2016

A busca por uma nova colocação

Você está em busca de uma nova colocação, mas nada dá certo? Não entre em pânico. Separamos algumas dicas capazes de melhorar sua performance diante dos recrutadores e fazê-lo conquistar sua posição de sucesso no mundo corporativo.

A atual situação econômica do país tem feito o número de demissões aumentar consideravelmente todos os meses. Atualmente, segundo o IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o índice de desempregados no Brasil atinge 9,1 milhões, um crescimento de 41,5% se comparado ao ano de 2014.

Partindo dessa estatística, a coach Madalena Feliciano, da Outlier Careers separou quatro dicas para não perder o foco na busca por uma vaga. “Procurar emprego não se resume em enviar currículo às empresas, mas sim, ter motivação para conquistar a oportunidade”, diz.

1. Mantenha-se ocupado, sem perder o foco: quanto mais habilidades presentes no currículo, maiores serão as chances do candidato. Por isso, o ideal é sempre se especializar, fazer cursos, aulas on-line e gratuitas.

2. Não negligencie suas redes sociais: os empregadores têm várias formas de analisar os candidatos e uma delas é vasculhar os perfis no Facebook, Twitter e Instagram, por exemplo. Portanto, mantenha-as todas atualizadas.

3. Saia de sua zona de conforto: se você não está aberto a possibilidades fora da sua área principal de interesse, provavelmente, terá muito mais trabalho para encontrar oportunidades. Não limite as suas opções de buscas, procure também por outras vagas, mesmo não sendo de seu campo de atuação, mas com possibilidade de servirem de ponte para encontrar outras chances.

4. Mantenha-se positivo: o otimismo ajuda muito quando se está desempregado, pois impulsiona a acreditar em si mesmo. Esse período de entrevistas e envio de currículos pode trazer felicidades e também decepções, e é preciso acreditar em seu potencial e continuar tentando.

Além disso tudo, outros fatores também contam pontos. Claudia Faria, Gerente de Recrutamento e Seleção da Amil no Rio de Janeiro, conta o segredo para suas contratações. “Buscamos jovens com brilho no olhar, energia extra, vontade de aprender e de crescer na organização, além de sinergia com os nossos valores: Integridade, Compaixão, Relacionamentos, Inovação e Performance”.

Portanto, dê o máximo de si e tenha a certeza: existe o perfil certo para a vaga certa.

Boa sorte!

quarta-feira, 11 de maio de 2016

5 dicas para lidar com o desemprego


5 dicas para lidar com o desemprego

Coach fala sobre como agir em tempos de crise
O Brasil passa por uma grave crise econômica que atinge vários setores do mercado de trabalho. Segundo o IBGE, só no ano de 2016, o total de desempregados no país atinge 9 milhões, um aumento de 41,5% em comparação os anos anteriores. Isso é reflexo do número de demissões aumenta em massa que ocorrem todos os meses.
Dessa forma, a coach Madalena Feliciano, da Outliers Careers, empresa paulista de recolocação no mercado de trabalho separou algumas dicas para lidar com o desemprego e conquistar um novo emprego.

Procure a ajuda de um profissional

Em uma situação como essa que envolve crise financeira e desemprego, é comum que as pessoas desenvolvam pânicos, traumas e até mesmo doenças como gastrite nervosa e depressão. Nesses casos, segundo a coach, é importante mentalizar energias e pensamentos bons, pois isso se trata de uma fase e em seguida um novo emprego virá, fruto da dedicação e empenho do profissional desempregado. Caso a situação esteja fora do controle e seja necessária uma posição mais técnica, Madalena indica que o ideal é procurar um coach ou um psicólogo para realizar o tratamento adequado.

Movimente-se

Estar em casa sem um emprego não significa tempo livre, e sim ainda mais esforço por parte do desempregado em encontrar um bom emprego. “O ideal é que nessas condições a pessoa procure sempre manter-se ocupada, para que não desenvolva uma doença. O ideal é pesquisar empregos disponíveis, visite headunter, feitas, eventos, congressos ou até mesmo fazer atividades que não estejam na rotina, para não ficar em ócio durante os dias que permanecer sem emprego”, aponta Madalena. Essas atitudes podem estreitar relações e possibilitar novas oportunidades.

Seja flexível

Quando o profissional possui graduação em alguma área tende, logicamente, a procurar emprego na área pela qual se qualificou. Porém, em muitos casos, as vagas são limitadas e esse profissional não consegue encaixar-se no mercado de trabalho. Por isso, é importante estar apto a trabalhar em outras áreas, buscando ainda uma oportunidade em seu campo de atuação ideal.

Organize o seu tempo

Assim como ficar em casa de braços cruzados pode não ser útil no caso de desemprego, viver em função de encontrar um novo emprego demasiadamente pode trazer sérios riscos à saúde. Para Madalena, a pessoa desempregada deve saber organizar o tempo para buscar por um novo emprego, mas também para ter um tempo só seu.

Saiba poupar

Principalmente nessa fase de desemprego é preciso aprender a equilibrar os gastos para não acumular contas e nem sofrer com o pagamento de juros no caso de atrasos. Por isso a coach indica: sempre priorize as necessidades básicas, como alimentação, por exemplo. Em segundo plano, outras compras como vestuário e objetos de desejo ou aparelhos devem esperar até que a conta esteja novamente no azul.
“É preciso saber dar a volta à situação, por mais difícil e impossível que isso possa parecer”, finaliza a coach.