sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Comunique-se melhor para obter mais resultados!

Você já reparou que os grandes profissionais também são bons comunicadores? Não é mera coincidência. A eficácia de um trabalho em equipe, por exemplo, tem a comunicação como um dos pilares.
No entanto, ser “bom de papo” não significa, necessariamente, ser um bom comunicador. Para ter resultados, é preciso dominar a arte da comunicação assertiva.
Estão na mesma “família” a comunicação, diálogo e discussão. Apresentando as definições de cada um deles:
Communicare (latim) – compartilhar o comum;
Diálogos (grego) – fluxo de significado;
Discutere (latim) – cortar a cabeça com um disco
A transformação começa com a mudança de linguagem. Se quisermos desenvolver uma cultura de diálogo na qual haja fluxo de significado constante, e não “corta a cabeça” de outra com palavras devemos: COMUNICAR, ou seja identificar o que temos em comum com nossos interlocutores para que haja fluxo de significado e uma ponte seja construída, e não um muro.
Dialogar e comunicar são verbos que andam de mão dadas. Se não houver identificação com o que existe em comum entre duas pessoas, teremos dois monólogos.
A comunicação assertiva se dá quando você consegue passar uma mensagem com segurança, sem dúvidas ou falhas. Ou seja, basta que o emissor seja claro o suficiente para que o receptor entenda o recado de forma correta.
Ter um bom diálogo é essencial para qualquer profissional que deseja conquistar uma carreira de sucesso. 
Aprenda a se comunicar assertivamente em qualquer lugar e com todos os tipos de pessoas. O modo como você expressa o que está pensando e sentindo implica diretamente nas reações das pessoas, desta forma veja o que você pode fazer para ter uma comunicação mais eficaz:

ü  Estabeleça RAPPORT: Rapport ou empatia acontece quando você equipara o comportamento, pensamento e o nível de energia da outra pessoa. O rapport acontece naturalmente quando as pessoas tomam consciência um do outro e começam a se comunicar. Pessoas em rapport têm uma maneira cooperativa e harmoniosa de estarem juntas, criando um senso de reconhecimento mútuo.
ü  Observe as reações não verbais – linguagem corporal: Não foque apenas na comunicação verbal ou escrita. Lembre-se que o corpo também demonstra o que você diz. Por isso, fique atento: existem sinais que mostram se a conversa está agradando ou não.
ü  Busque envolvimento com o outro: Faça perguntas, pergunte, peça mais informações e trabalhe bastante sua escuta ativa, ouça ativamente
ü  Apresente seu ponto de vista: Todo mundo tem o direito de dizer o que pensa. A liberdade de expressão deve ser praticada por qualquer cidadão que tenha uma opinião formada e deseja compartilhá-la com os demais. Você pode estar errado em seu ponto de vista, seus argumentos podem ser derrubados, sua posição pode ser contrária à da maioria, mas ainda assim você tem o direito de defender suas ideias.
ü  Seja direto: Para ser assertivo, você deve ser direto, evitando rodeios desnecessários. Mas cuidado para não se tornar agressivo, impondo sua opinião e fazendo julgamento de valores. Não adianta falar sem parar se o que você diz não tem significado real. Enrolar, também, não é uma boa estratégia, visto que a falta de argumentos é facilmente constatada.
ü  Atenção na compreensão: Ao falar, você precisa se certificar de que o outro está acompanhando o seu raciocínio. É preciso saber se a pessoa captou a mensagem que você pretendia passar. Para isso, uma boa técnica é usar a empatia. Procure se colocar no lugar do outro.


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