quinta-feira, 17 de maio de 2018

“O corpo fala”

Madalena Feliciano destaca falhas que prejudicam os candidatos e dá dicas de como se dar bem na entrevista de emprego

As expressões faciais, postura e gestos que utilizamos também contam muito na maneira como você será interpretado pelo público. Além disso, sua postura e movimento são capazes, até mesmo de motivar as pessoas a sua volta e aumentar sua produtividade. Você pode falar bem, ter ótimas ideias e ser constantemente elogiado pelos seus projetos, mas tem um detalhe que pode prejudicar tudo isso com uma tacada só: o seu corpo.
Segundo Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers, “um erro muito comum dos candidatos é certamente a linguagem das mãos. Esconder as mãos, apertá-las ou mexê-las demais demonstra seu nervosismo e pode dar ao seu público a sensação de que você não acredita no que está dizendo. Manter as mãos nos bolsos também é um gesto que indica que você está com medo, sem saber para onde ir ou não está interessado no que está fazendo. Se não bastasse, isso ainda pode fazer com que seus interlocutores pensem que você está sendo indelicado com eles”, explica.
A linguagem corporal não é importante apenas para a comunicação, mas para os negócios em geral. “Observar cuidadosamente seus movimentos no meio de uma entrevista, vai fazer com que você identifique e corrija seus gestos para passar a melhor impressão possível. A postura é um dos atributos mais importantes da linguagem corporal durante a entrevista. Se você está inclinando suas costas e ombros em uma postura que deixa o pescoço caído, ele vai desafiadoramente transmitir uma mensagem fraca e o receptor pode começar a pensar sobre o seu profissionalismo”, exalta Madalena.
Algumas dicas podem ser destacadas:
1. Inicie sua apresentação ou saudação com um sorriso e, como resultado, o entrevistador vai receber sua mensagem com mais disposição;
2. Busque manter seu sorriso durante a entrevista;
3. A interação é a chave para uma apresentação notável;
4. Você precisa parecer confiável, bem-sucedido e ainda precisa mostrar que tem credibilidade para falar sobre o que você faz;
5. Sempre que você quiser marcar um ponto importante, enfatize suas palavras com gestos de mãos. Seu entrevistador vai se lembrar do fato ou da informação melhor se você ancorar isso com um gesto específico.
6. Quando mover durante uma conversa ou apresentação, faça o entrevistador sentir que você praticou esses movimentos antes, faça-o acreditar que você é um perito experiente.
Por fim, “passar a imagem de profissionalismo e de confiança é muito mais do que apenas falar a coisa certa na hora certa. Lembre-se de que o corpo é capaz de dizer muitas coisas, e esteja sempre atento a cada gesto, pois uma atitude mal pensada pode trazer grandes consequências.”, conclui Madalena.
Madalena Feliciano | Gestora de Carreira

terça-feira, 15 de maio de 2018

O que seu currículo deve ter para se destacar?

"Ao falar de suas habilidades, não tenha medo de fazer um pouco de marketing pessoal"
Na hora de procurar um novo emprego, as pessoas normalmente pensam no que elas querem fazer, quanto elas querem ganhar e no momento da entrevista. Poucos candidatos pensam no que vem antes de tudo isso: a apresentação do profissional. E isso é feito, primeiramente, por meio do currículo.
Muitos ainda pensam que o CV (Curriculum Vitae, como é formalmente chamado) não passa de um pedaço de papel e o importante é o que será apresentado na hora da entrevista presencial. O que essas pessoas não percebem é que, devido ao grande número de candidatos que as empresas geralmente recebem, o currículo acaba sendo, por diversas vezes, o único contato que o profissional tem com a empresa contratante. "O currículo é sua porta de entrada para qualquer lugar. Sem um documento apresentável, dificilmente o entrevistador, ou quem quer que seja que analise os currículos dos candidatos, vai se interessar por você", afirma Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers.
A especialista orienta que um bom currículo deve conter as informações básicas do profissional, além de toda e qualquer outra informação que seja relevante para a sua contratação. "Nome, telefone e e-mail profissional (sem apelidos) são essenciais, mas não pode parar por aí. Informações sobre sua formação universitária e cursos paralelos, como de idiomas ou de outras habilidades também são muito importantes. Seu objetivo com aquela entrevista, além de um resumo das suas qualificações e experiências profissionais não podem ser deixados de lado. Caso você trabalhe ou já tenha trabalhado com filantropia também adicione essa informação, pois é um diferencial", explica.
Madalena diz que, ao mesmo tempo em que o currículo deva ser claro e objetivo, a pessoa não pode se acanhar. "Ao falar de suas habilidades, não tenha medo de fazer um pouco de marketing pessoal, apresentando casos de clientes anteriores e que obtiveram sucesso com sua ajuda, por exemplo. Para quem nunca trabalhou e está atrás de uma primeira experiência, não é preciso pânico, afinal, esse é o momento de demonstrar, seja por meio do currículo ou ainda na entrevista, que você já está buscando garantir seu futuro, e exaltar isso também é importante. O problema principal nessas horas são as mentiras, que têm pernas curtas acabam sendo um tiro no próprio pé", alerta.
A profissional fala também que muitas pessoas estão diferenciando seus currículos cada vez mais pela tecnologia. "Muitos jovens estão produzindo seu currículo ou até mesmo seu portfólio de maneira mais dinâmica, com vídeos, animações e fotos. Isso pode mostrar ao recrutador que você é uma pessoa criativa e que gera novas ideias, fazendo você se destacar. Experiências internacionais também estão contando bastante pontos atualmente”, conta.
Além disso, Madalena diz que estar sempre atualizando seu CV pode ser importante para você nunca esquecer de nada. “Muita gente acaba deixando de lado e só vai atualizar na última hora para mandar, por isso é sempre bom indo atualizando a cada experiência que você tem. E para quem não sabe qual a melhor forma de montar seu CV, existem milhares de modelos na internet ou você pode buscar ajuda de pessoas especializadas no assunto que ajudar nessa tarefa. E caso você for montar sozinho, a dica principal é não esquecer de mostrar seus diferenciais", conclui Madalena.

sábado, 12 de maio de 2018

As mulheres modernas: mães e profissionais qualificadas. Como conciliar tudo?

Especialista diz que muitas mulheres sentem-se culpadas por não conseguirem dar devida atenção à família ou ao trabalho. Com o passar do tempo, a mulher tem participado cada vez de forma mais ativa no mercado de trabalho e assumindo postos que, até então, eram considerados masculinos – a presidente Dilma, por exemplo, que é a primeira mulher a presidir o Brasil, mostra o quão em evidência o sexo feminino está.
Assim, a independência financeira e a autonomia tornaram-se consequências na vida das mulheres e, ao mesmo tempo, conquistas importantes para elas. “A mulher moderna trabalha mais, já que a carga horária de trabalho é mais extensa.
Existe também um número crescente de mulheres que viajam com frequência a trabalho, porém, para muitas delas, o sonho de casar e ter uma família é algo real, e elas ficam em dúvida sobre como fazer isso sem que atrapalhe sua carreira”, explica Madalena Feliciano, gestora de carreira da Outliers Careers, e mãe de cinco filhos.
Como conciliar a carreira profissional, conquistada com muito esforço, com a maternidade e a disponibilidade para cuidar do seu filho?Normalmente as mães retornam ao trabalho após o fim da licença à maternidade, porém, tornou-se muito comum ver àquelas, várias vezes bem sucedidas, abandonarem suas carreiras profissionais para cuidar exclusivamente dos filhos e tornarem-se mães em tempo integral.
Mas como se sentem essas mulheres que largaram um projeto de desenvolvimento pessoal para cuidar dos filhos? “Para algumas mães essa decisão não é fácil e, com o passar do tempo, se mostra insuficiente, já que essa geração foi ‘treinada’, desde muito nova, a assumir muitas funções ao mesmo tempo”, comenta Madalena.
Segundo pesquisa publicada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), após o nascimento dos seus filhos, algumas mães começam a se sentir sozinhas e sobrecarregadas com as tarefas domésticas. “Isso pode acarretar uma piora na autoestima, com sentimentos de desvalorização, culpa, dependência financeira e emocional, solidão e, em casos mais sérios, depressão”, exalta a especialista. Isso acontece porque com o passar dos dias a criança começa a precisar menos da mãe, - que praticamente cortou seu convívio social para cuidar da criança.
“Algumas alternativas que eu sugiro para que isso não aconteça é, caso a mulher decida dedicar-se somente a maternidade por um tempo, depois retorne a ‘vida social’ por meio de algum curso – como de idiomas, por exemplo, - para que possa conhecer pessoas novas e trocar experiências, ideias e tenha novos assuntos em mente, além da maternidade,”, explica. Outra maneira é retornar aos poucos para o campo de trabalho, realizando projetos curtos ou consultorias, abrir o próprio negócio, ou estudar para concurso público.
“A mulher precisa entender que depois de ser mãe as suas prioridades mudam, assim como a disposição, que passa a ser dividida entre diferentes papéis. Uma vez que ela tenha isso claro, o nível de cobrança deve ser o normal, sem exigir perfeição em tudo”, comenta Madalena, que complementa que a mulher deve ser menos rigorosa consigo mesma e passar pelos desafios naturais da vida de forma mais leve e plena.

Outliers CareersMadalena Feliciano - Gestora de CarreiraProfessor Aprígio Gonzaga 78, São Judas, São Paulo - SP.madalena@outlierscareers.com.brwww.outlierscareers.com.br

Conciliar maternidade com carreira requer esforço, mas compensa

Apesar da rotina se tornar muito mais cansativa, é importante que a mulher não deixe de lado suas aspirações pessoais, ao mesmo tempo em que cuida do lar.
Com o passar do tempo, a mulher começou a exercer funções que, antes, eram considerados masculinos- como CEOs de empresas ou, até mesmo, como presidente do país, como foi o caso de Dilma, a primeira mulher a presidir o Brasil. Além disso, diversas foram as conquistas sociais e a quebra de certos preconceitos. A mulher sempre pode tudo e agora que a sociedade está compreendendo essa situação.
Entretanto, as mulheres que desejam ser mães enfrentam uma dupla jornada: a de cuidar dos filhos e do lar, e, também, participar da renda familiar. Conquistas como estas, muitas vezes, são acompanhadas por um sentimento de culpa por deixar os filhos, ainda bebês, aos cuidados de outras pessoas, para que elas possam trabalhar fora de casa. “O maior desafio é saber lidar com a culpa, mas é preciso reconhecer que abrir mão do trabalho pode significar prejuízo financeiro e insatisfação pessoal. Assim como ser mãe, trabalhar e ganhar o próprio dinheiro faz parte dos sonhos da maioria das mulheres”, explica Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers, e mãe de cinco filhos.
Madalena diz que, com o Dia das Mães chegando, é preciso que as mulheres se lembrem de que, além de boas profissionais, elas precisam ser presentes em casa, também. “Claro, chegar cansada depois de um longo dia de trabalho é muito compreensivo, mas participar da vida de seus filhos também é essencial. Acompanhar os estudos deles, convida-los para jogar alguma coisa ou fazer algum passeio durante o fim de semana são ótimas maneiras de tomar parte da vida de seus filhos, sem sufoca-los e deixá-los muito soltos, ao mesmo tempo”, conta a profissional.
A gestora conclui, dizendo que é preciso que as mulheres se lembrem de separar um tempo, alheio da vida profissional e maternal, para elas mesmas. “Apesar de parecer uma missão impossível, é necessário lembrar-se, sempre, de guardar um tempo para fazer alguma atividade que lhe dê satisfação, sem que ela seja feita para os outros, mas em benefício próprio. Com a correria do dia a dia, faz bem cuidar de si mesma, também”.

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Saiu da empresa? Veja como se comportar da forma correta ao falar sobre ela

Durante a nova entrevista de emprego, entenda que falar mal dos antigos empregadores é sempre uma má ideia
A demissão faz parte da trajetória de muitos, ou melhor, de quase todos os profissionais em pelo menos algum momento. São vários os motivos para que a empresa tome esta decisão, que podem variar desde um comportamento inadequado do funcionário, falta de resultado, ou simplesmente quando a empresa deseja passar por mudanças e “renovar o pessoal”, entre dezenas de outros motivos.
Porém, muitas vezes o profissional que é demitido não aceita a situação da melhor maneira. “O ideal é aprender com o acontecido, tirar um aprendizado da situação, levantar a cabeça e buscar um novo emprego”, comenta Madalena Feliciano, gestora de carreira da Outliers Careers. Mas é aí que muitas vezes que surge a dúvida na cabeça desse profissional: “quando eu estiver em uma nova entrevista de emprego, como devo me comportar? Como falar do antigo emprego?”, e, sabendo dessas dúvidas que surgem na cabeça do profissional, Madalena oferece algumas dicas para enfrentar essa situação da melhor maneira possível.
O primeiro passo é não mentir. “Se você mentir e o entrevistador descobrir, as suas chances de conseguir o trabalho serão extremamente reduzidas”, exalta a especialista. Quando o profissional fala a verdade, ele mostra credibilidade, humildade e integridade. “Ele não é a única pessoa do mundo que já foi demitida – quem sabe, até o próprio entrevistador já passou por isso”, comenta.
Outra atitude importante que o entrevistado deve ter é não ficar na defensiva e ter humildade o suficiente para reconhecer o que o levou a ser demitido. “Não adianta ficar procurando culpados e falando mal da sua antiga empresa pelos quatro cantos, isso só prejudicará a sua imagem – e carreira”, ressalta Madalena, que acrescenta: “ao invés disso, assuma as responsabilidades pelos seus atos”.
Já sabe o motivo que levou a sua demissão? Então construa uma resposta clara – e a verbalize de forma concisa e breve. “Fale exatamente o que aconteceu e como você aprendeu com essa experiência. O que você faria de novo? O que faria diferente? Se precisar, escreva isso em um papel,” sugere. A maioria dos entrevistadores não espera um relato detalhado do que levou à demissão, apenas um breve motivo. “E mais uma vez, não culpe seu antigo chefe ou empresa”, exalta.
Caso necessário, pratique a resposta para si mesmo, na frente de um espelho ou em um lugar silencioso em que consiga colocar seus pensamentos em ordem. Diga alto, para você mesmo, o motivo que o levou a demissão, sem se exaltar ou parecer forçado. “O entrevistador presta mais atenção na forma com a qual você se expressa do que naquilo que você está dizendo. Concentre-se em falar sua resposta da melhor forma e fazer com que os outros o entendam dessa maneira – calma, sutil e humilde”, conclui Madalena.
Serviço: Madalena Feliciano
Gestora de carreira da Outliers Careers 
(11) 2737-1724 | madalena@outlierscareers.com.br | www.outlierscareers.com.br

Professor Aprígio Gonzaga 78, São Judas, São Paulo - SP | 

quinta-feira, 12 de abril de 2018

5 dicas para lidar com o desemprego

O Brasil passa por uma grave crise econômica que atinge vários setores do mercado de trabalho. Segundo o IBGE, só no ano de 2017, o total de desempregados no país atinge 14,2 milhões. Isso é reflexo do número de demissões aumenta em massa que ocorrem todos os meses. De maneira simples, a empresa não consegue mais arcar com aquele funcionário, o demite e busca outras formas de sanar o buraco na produção tais como uso de maquinas, terceirizados ou sobrecarga de outros colaboradores.
Dessa forma, a gestora Madalena Feliciano, da Outliers Careers, empresa paulista de recolocação no mercado de trabalho separou algumas dicas para lidar com o desemprego e conquistar um novo emprego.

Procure a ajuda de um profissional

Em uma situação como essa que envolve crise financeira e desemprego, é comum que as pessoas desenvolvam pânicos, traumas e até mesmo doenças como gastrite nervosa e depressão. Nesses casos, segundo a gestora, é importante mentalizar energias e pensamentos bons, pois isso se trata de uma fase e em seguida um novo emprego virá, fruto da dedicação e empenho do profissional desempregado. Caso a situação esteja fora do controle e seja necessária uma posição mais técnica, Madalena indica que o ideal é procurar um coach ou um psicólogo para realizar o tratamento adequado.

Movimente-se

Estar em casa sem um emprego não significa tempo livre, e sim ainda mais esforço por parte do desempregado em encontrar um bom emprego. “O ideal é que nessas condições a pessoa procure sempre manter-se ocupada, para que não desenvolva uma doença. O ideal é pesquisar empregos disponíveis, visite headunter, feitas, eventos, congressos ou até mesmo fazer atividades que não estejam na rotina, para não ficar em ócio durante os dias que permanecer sem emprego”, aponta Madalena. Essas atitudes podem estreitar relações e possibilitar novas oportunidades.

Seja flexível

Quando o profissional possui graduação em alguma área tende, logicamente, a procurar emprego na área pela qual se qualificou. Porém, em muitos casos, as vagas são limitadas e esse profissional não consegue encaixar-se no mercado de trabalho. Por isso, é importante estar apto a trabalhar em outras áreas, buscando ainda uma oportunidade em seu campo de atuação ideal.

Organize o seu tempo

Assim como ficar em casa de braços cruzados pode não ser útil no caso de desemprego, viver em função de encontrar um novo emprego demasiadamente pode trazer sérios riscos à saúde. Para Madalena, a pessoa desempregada deve saber organizar o tempo para buscar por um novo emprego, mas também para ter um tempo só seu.

Saiba poupar

Principalmente nessa fase de desemprego é preciso aprender a equilibrar os gastos para não acumular contas e nem sofrer com o pagamento de juros no caso de atrasos. Por isso a gestora indica: sempre priorize as necessidades básicas, como alimentação, por exemplo. Em segundo plano, outras compras como vestuário e objetos de desejo ou aparelhos devem esperar até que a conta esteja novamente no azul.




“É preciso saber dar a volta à situação, por mais difícil e impossível que isso possa parecer”, finaliza Madalena.

Aprenda a posicionar sua carreira no mercado de trabalho

Seu posicionamento é algo muito pessoal e define quem você é no competitivo mercado de trabalho
Posicionamento é um conceito muito usado em marketing e significa, resumidamente, o lugar em que você está ou quer estar no mercado. Ter o seu posicionamento definido é de extrema importância, afinal, é isso que decidirá a forma como você será reconhecido no mercado de trabalho – tanto pelos seus clientes quanto pelos seus concorrentes. Hoje com a econômica cada vez mais complicada, um bom posicionamento de mercado pode ser a chave para driblar a crise.
Madalena Feliciano, gestora de carreira da Outliers Careers, comenta que marketing significa promover, divulgar e vender um produto ou serviço e, acima de tudo, construir uma marca. E é isso o que você fará com a sua carreira ao se posicionar no mercado: promoverá sua marca, saberá seus objetivos, como se portar frente a dificuldades, etc.
“Infelizmente, vejo que muitos bons profissionais se perdem na carreira porque não têm um posicionamento definido. Atiram para todos os lados e não conseguem concentrar sua energia no que realmente lhes interessa”, comenta a especialista. A partir do momento em que você tem um bom posicionamento, você é reconhecido no mercado e tem maiores chances de se tornar uma referência no assunto.
Mas, como definir um posicionamento? Para isso, é preciso atenção, vontade e dedicação para elementos diversos. “Para um bom posicionamento você precisará fazer um montante de escolhas pessoas e profissionais, exteriorizá-las e torná-las palpáveis e concretas. As características de uma empresa bem posicionada já estão dentro do próprio gestor, por isso, antes de tudo, você precisa se concentrar nas suas características pessoais, por exemplo, qual a sua missão de vida? Quais são seus desejos? Qual a razão de fazer o que você faz? Quais problemas você gosta – e deseja – resolver?”, explica Madalena.
A especialista ressalta que o profissional tem que respeitar o que lhe dá prazer e buscar fazer aquilo que lhe traz felicidade. “Você tem algum talento ou dom? Respeite-o e use-o a seu favor. Aquilo que se faz respeitando o dom pessoal tem melhores resultados, dá maior satisfação e menos desgaste – afinal, você tem aptidão para isso”, comenta.
Respeite e relembre tudo o que aprendeu com suas experiências profissionais e use as lições aprendidas. “Ter foco, ser pontual, buscar resultados, respeitar o tempo de trabalho, etc. Cada emprego oferece uma série de deveres e obrigações a serem cumpridos, – e eles sempre irão te ensinar algo”, ressalta.
Para ser diferenciado no mercado, repense quais são as suas virtudes, valores e principais características. “São essas qualidades que irão distinguir sua atuação no mercado ou sua marca. Suas virtudes são aqueles pontos chaves que farão você ser reconhecido”, diz Madalena. O sucesso é um equilíbrio entre suas principais características e aquilo que falta no mercado e, a partir do momento em que você harmoniza o que tem dentro de si com o que falta no mercado, você tem mais chances de obter sucesso, sentir-se realizado com sua profissão e terá o reconhecimento do público – que também saberá qual é o seu posicionamento.

Como encontrar os candidatos perfeitos para sua empresa?

As redes sociais são um ótimo auxílio para localizar bons profissionais. Confira cinco dicas importantes para passar com êxito sobre esse processo. A empresa cresceu, surgiram novos cargos. Colaboradores antigos estão de férias ou foram demitidos, alguns profissionais obtiveram uma promoção e é preciso,então,outra pessoa para ocupar o cargo antigo.São inúmeros os motivos que podem fazer com que uma empresa precise contratar novos funcionários – e esse período nem sempre é fácil, tanto para a instituição quanto para as pessoas que estão a procura de uma recolocação no mercado.

Porém, para passar por esse processo de forma mais rápida e efetiva, hoje já existem inúmeras ferramentas na hora de procurar um bom candidato – e na hora de concorrer a uma vaga de emprego. E, coincidentemente ou não, várias dessas ferramentas estão online. Segundo Madalena Feliciano, Gestora de Carreira e Master Coach da Outliers Careers, a tecnologia, em menos de dez anos, mudou definitivamente a vida de todos, e aqueles que trabalham no RH das empresas também sentiram esse baque. Uma das mudanças mais bruscas e importantes sentidas nesse curto período do tempo diz respeito às redes sociais, que possuem um papel cada vez mais importante na busca por novos talentos.

Uma boa opção tanto para candidatos quanto para as empresas na hora em que surgem novas vagas é apostar na internet. “Redes sociais como o Facebook e o LinkedIn, por exemplo, permitem que as empresas localizem profissionais com o perfil que tanto desejam para integrarem seus times. No Facebook existem inúmeros grupos voltados para vagas de emprego – e sua empresa pode publicar nesses grupos o perfil do profissional que deseja – e o LinkedIn serve, entre outras inúmeras funções, como uma espécie de Currículo Online, que está disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, e também auxilia na hora de avaliar todo o histórico profissional da pessoa – quando o seu perfil for bem elaborado com todas as informações necessárias, é claro,” comenta Madalena.

A busca de profissionais com o auxílio das redes sociais só tende a crescer, e, quando a empresa não utiliza a internet a seu favor, ou quando o profissional não aproveita a web como uma vitrine do mercado de trabalho, eles tendem a ser deixados para trás – e superados por instituições e pessoas que já se adaptaram a esses novos meios.

Algumas orientações que a gestora oferece para que as empresas utilizem todo o potencial da internet na hora de encontrar bons profissionais são:

01. Divulgar as vagas da sua empresa de forma eficiente – destacando isso em sua fanpage, em bons grupos do Facebook e investindo no LinkedIn, por exemplo;

02. Deixar bem definidas as possíveis funções, atividades e responsabilidades que são requeridas para conquistar a vaga;

03. Fazer uma boa filtragem dos candidatos antes das entrevistas pessoais – utilizando a tecnologia nesse processo, afim de minimizar os custos e agilizar o processo, ou seja, vasculhando sobre o perfil do profissional em redes sociais e, caso haja maior interesse, fazendo uma entrevista prévia via webcam;

04. Manter um banco de dados atualizados para potenciais candidatos;

05. Sempre verificar as referências antes de contratar de forma efetiva um candidato.


Outliers Careers
Madalena Feliciano - Gestora de Carreirawww.outlierscareers.com.brProfessor Aprígio Gonzaga 78, São Judas, São Paulo - SP.

Currículo é a porta de entrada na empresa

Madalena Feliciano*
Na hora de procurar um novo emprego, as pessoas pensam, normalmente, no que elas querem fazer, quanto elas querem ganhar e no momento da entrevista. Poucos candidatos pensam no que vem antes de tudo isso: a apresentação do profissional, que é feita, primeiramente, através do currículo.
Para muitos, o CV (Curriculum Vitae, como é formalmente chamado) não passa de um pedaço de papel, e o que o importante é o que será apresentado na hora da entrevista presencial. O que essas pessoas não percebem é que, devido ao grande número de candidatos que as empresas geralmente recebem, o currículo acaba sendo, por diversas vezes, o único contato que o profissional tem com a empresa contratante. O currículo é sua porta de entrada para qualquer lugar. Sem um documento apresentável, dificilmente o entrevistador, ou quem quer que seja que analise os currículos dos candidatos, vai se interessar por você.
Um bom currículo deve conter as informações básicas do profissional, além de toda e qualquer outra informação que seja relevante para a sua contratação. Nome, idade e endereço, bem como os contatos, são essenciais, mas não pode-se parar por aí. Informações sobre sua formação universitária e cursos paralelos (como de idiomas ou de outras habilidades) também são muito importantes. Seu objetivo com aquela entrevista, além de um resumo das suas qualificações, experiências profissionais e cases de sucesso, não podem ser deixados de lado. Caso você trabalhe ou já tenha trabalhado com filantropia também adicione essa informação, pois é um diferencial.
Ao mesmo tempo em que o currículo deva ser claro e objetivo, a pessoa não pode se acanhar. Ao falar de suas habilidades, não tenha medo de fazer um pouco de marketing pessoal, apresentando casos de clientes anteriores e que obtiveram sucesso com sua ajuda, por exemplo. Para quem nunca trabalhou e está atrás de uma primeira experiência, nada de pânico: esse é o momento de demonstrar, seja por meio do currículo ou ainda na entrevista, que você já está buscando garantir seu futuro, e exaltar isso também é importante.
Finalizo lembrando que o currículo é como um cartão de visitas para aqueles que não foram contratados ainda. Existem milhares de modelos de currículos na Internet. Procure aquele que encaixe melhor com seu momento profissional, e não esqueça de mostrar seus diferenciais”, conclui.
*Madalena Feliciano é Diretora Geral da empresa Outliers Careers www.outlierscareers.com.br. Contatos através do email madalena@outlierscareers.com.br ou telefone (11) 2737-1724.

7 coisas para NÃO fazer em uma entrevista de emprego

É comum as pessoas pensarem que ter um bom currículo, recomendações impecáveis e apresentação pessoal adequada é o suficiente para se dar bem em uma entrevista de emprego, mas não é bem assim.
Além do jogo de cintura e conhecimentos necessários para responder as perguntas adequadamente, sem cometer gafes e surpreendendo seu entrevistador, sempre é bom se atentar com a postura que o candidato irá demonstrar durante o processo, segundo o que diz Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers.
A gestora preparou uma lista de 7 posturas inadequadas mais frequentes durante entrevistas de emprego, e que devem ser evitadas a todo custo. Confira:
1. Atrasos e falta de educação
Desrespeitar o horário marcado com o entrevistador, ainda por cima, e não parecer se importar com essa gafe, já adiciona muitos pontos negativos na avaliação do candidato.
“Pequenos atrasos, principalmente quando avisados previamente e justificáveis, são aceitáveis em cidades em que o trânsito complica muito a vida de alguém, como São Paulo. Porém, se o candidato não é humilde o suficiente para pedir desculpas, eles podem se tornar imperdoáveis”, afirma Madalena;
2. Ingratidão
Falar mal do emprego anterior pode levar alguém a desperdiçar uma nova oportunidade de emprego. “Por mais que você não tenha sido feliz com seu chefe ou antigas funções, é importante não comentar sobre isso durante a entrevista, pois, para o avaliador, pode passar impressão de que o candidato é ingrato, e pior: poderá fazer isso com qualquer outra empresa”, pontua;
3. Desconhecimento sobre si mesmo
Ter um discurso impreciso e contradizer o que encontra-se em seu currículo são sinais óbvios de despreparo por parte do candidato, segundo a gestora.
“Se o entrevistado mostrar ser vago ou incoerente durante a entrevista, ou ele não domina sua própria história profissional, ou está mentindo, e, em ambas as hipóteses, a imagem do candidato não fica boa perante o entrevistador”, explica;
4. Se vangloriar
Claro, ter autoconfiança e saber valorizar seus feitos profissionais e pessoais é muito importante, mas indicar que tudo isso aconteceu graças a você pode ser um problema, de acordo com a diretora geral.
Além de soar arrogante, a pessoa demonstra, dessa maneira, que desconhece ou subestima a importância do trabalho em equipe, algo muito valorizado atualmente;
5. Falta de noção salarial
Apesar de ser comum, não é regra que todos os recrutadores perguntam qual a remuneração pretendida pelo candidato. Por isso, se esse for o caso, dizer qualquer valor pode não ser uma boa ideia.
Madalena observa que o candidato precisa mostrar qual raciocínio o levou a pedir tal valor, e precisa saber justificá-lo da maneira correta, perante o entrevistado;
6. Não questionar
Não perguntar nada pode indicar falta de curiosidade e interesse pela vaga e empresa, de acordo com a gestora.
Por outro lado, perguntar coisas desnecessárias, como qual carro ele ganharia se conseguisse a vaga, devem ser esquecidas, também;
7. Pressionar o entrevistador
Até mesmo a entrevista ser finalizada é possível causar uma má impressão. Ligar demasiadamente e mandar muitos e-mails cobrando a resposta sobre a vaga pode aborrecer o recrutador, e até mesmo fazê-lo mudar de ideia.
“Isso transmite ansiedade e insegurança, e, por isso, o melhor a se fazer é perguntar ao recrutador qual é o prazo para a conclusão do processo seletivo e esperar até a data”, finaliza a especialista.

segunda-feira, 19 de março de 2018

Como ter sucesso no estágio


Desenvolver e mostrar suas habilidades é um problema para muitos, não só em processos seletivos, como também durante seu tempo de estágio. Isso porque o jovem pouco conhece sobre as práticas do mundo corporativo. Portanto, separamos algumas dicas essenciais para conseguir ampliar suas capacidades e se tornar um destaque entre a equipe. Leia a matéria e saiba como!


O Nube perguntou a universitários e secundaristas: qual o seu maior desafio durante uma seleção? Com mais de 7 mil votantes, a alternativa mais escolhida foi “explicar porquê a empresa deve contratá-lo”, com 40,67% dos votos. Já para 22,73%, “apontar seus defeitos” é a maior dificuldade. Ser analisado é algo intimidador para grande parte dos estudantes, mas o problema não para por aí: as dúvidas sobre como aplicar seus talentos se estendem para depois da contratação. O momento de assumir suas tarefas pode ser amedrontador e, para diminuir a tensão, a ansiedade e aumentar seu preparo para esses momentos, o essencial é conhecer bem a corporação.

Porém, você deve estar pensando: “como conhecerei a cultura de um lugar sem nunca ter trabalhado lá?”. Segundo Madalena Feliciano, gestora de carreira da Outliers Careers, “quando o profissional passa por uma entrevista, pode aproveitar esse momento para descobrir várias informações da instituição”. É possível entender melhor seus valores por meio das perguntas feitas, pelas atividades propostas e por todas as informações apresentadas. “A atenção nesse momento pode garantir um bom resultado no futuro”, sugere Madalena.

Para ela, mesmo quando não se participa de um método de seleção, é possível entender melhor sobre as normas adotadas. “A Internet é uma grande aliada nesse processo. Itens como ‘missão’ e ‘visão’, por exemplo, são importantes nessa hora e, por muitas vezes, esses elementos são encontrados facilmente por meio dos sites institucionais ou até mesmo em suas redes sociais. 

Lucas Campos se formou em administração pela Universidade Federal Fluminense no último semestre de 2017. Já tendo estagiado na área, o formando diz: “entender os princípios da empresa é primordial para agir de acordo com o esperado”. Segundo Campos, é importante enxergar a atividade com responsabilidade. Para ele, quando você trata seu cargo como profissão, você mostra aos gestores seu nível de entusiasmo por aquilo e sua vontade em se desenvolver. Entretanto, os líderes também devem mostrar interesse e investir nesse novo talento, pois possui muito potencial. “Você deve se sentir parte da equipe e não apenas um membro descartável”, aponta. 

A todo instante, você terá chances de desenvolver suas capacidades, ampliar suas habilidades e se tornar um profissional mais bem preparado. Assim, sua evolução é constatada por todos os seus colegas, inclusive pelos supervisores. Portanto, aproveite todas as oportunidades de crescimento oferecidas em seu caminho, pois cada uma delas é valiosa. 

Matéria disponível em: https://www.nube.com.br/blog/2018/03/12/como-ter-sucesso-no-estagio

Como evitar gafes no ambiente de trabalho?

Comentários na hora errada, confundir o nome das pessoas e outras gafes podem ser evitadas. Saiba como!
A partir do momento em que as pessoas vivem em sociedade e trabalham em uma empresa rodeada de outros profissionais, elas já estão predispostas a cometerem “micos”.
Ou, quem sabe, a serem colocadas em “saias justas” por culpa delas mesmas ou até dos colegas.
Porém, para não deixar que essas pequenas questões do cotidiano atrapalhem na carreira profissional, é preciso saber tirar de letra algumas atitudes.
Para Madalena Feliciano, gestora de carreira da Outliers Careers, o primeiro passo para evitar as possíveis “foras” é observar o ambiente de trabalho.
“Um dos principais motivos para que a pessoa cometa uma gafe é não prestar atenção a sua volta. Quando ela começa a perceber as coisas, passa a pensar mais antes de falar, assim como antes de tomar quaisquer atitudes”, comenta Madalena.
Outro ponto importante para evitar gafes é conhecer a cultura da empresa a qual trabalha.
E isso significa saber o tipo adequado de roupa para usar, a melhor postura, se os chefes são mais rígidos etc.
“Também vale não falar demasiadamente, ou seja, fale apenas quando tiver certeza. Pessoas que falam sem precisão ou com muitos ‘achismos’ cometem mais erros e gafes. Na dúvida, não fale nada ou diga que irá buscar mais informações a respeito”.

As gafes aparecem quando você confunde pessoal com profissional
É importante prestar a atenção na forma de tratamento entre os colegas de trabalho ou clientes.
Você pode ser amigo deles fora do expediente, porém, dentro da empresa nunca os chame de “querido”, “meu bem”, “benzinho”, “mano”, “patrão”, entre outros.
A boa comunicação é fundamental para uma boa imagem corporativa.

Dessa mesma forma, não misture o pessoal com o profissional: essas situações podem ser constrangedoras.
Tenha em mente que o seu objetivo na empresa é o trabalho e não a ampliação de sua rede de amigos.
“Algumas pessoas irão se tornar naturalmente amigas, mas é preciso separar as coisas para não comprometer sua imagem. Então, nunca trate de assuntos pessoais na empresa” exalta a especialista.

Uma das gafes mais comuns é trocar os nomes das pessoas que trabalham na empresa.
Para evitar esse tipo de mal-entendido, procure saber o nome de todos, desde as pessoas que atuam na limpeza, recepção e portaria, até diretores e funcionários de outras áreas.
Errar ou não saber o nome de alguém é uma gafe simples, mas que mostra a falta de atenção da pessoa.
“E, é claro, trate todas as pessoas sem distinção de cargos, com respeito e educação”, ressalta Madalena.
Outras atitudes simples que devem ser tomadas para evitar constrangimentos são:


  •  sempre bater na porta da sala e pedir licença antes de entrar;
  •  evitar atender o celular quando estiver cercado de colegas;
  •  não rir muito alto no ambiente de trabalho;
  •  não utilizar roupas inadequadas;




  •  procurar não demorar muito no horário de almoço, para não deixar um colega esperando para ser substituído num plantão.

O que uma mulher de sucesso deve buscar

Madalena Feliciano*
A mulher consolidou o seu espaço no mercado de trabalho, no empreendedorismo e também nas posições de sucesso e liderança. Isso se dá pelo fato de a mulher dedicar-se ao avanço do seu papel em meio à sociedade. Diante disso, é importante discutir o que afinal a mulher precisa fazer para alcançar o sucesso na vida pessoal e profissional.
Não é difícil perceber que a maioria das mulheres de sucesso são apaixonadas pelo que fazem – e isso não é coincidência. Quando você não ama o que faz, é difícil manter-se motivado para progredir, inovar e se destacar no mercado de trabalho. Portanto, o primeiro passo para obter sucesso em uma profissão, por exemplo, é gostar do que faz, amar a função que exerce.
Não se iluda
Por ter chegado aqui, nos dias de hoje, com os mesmos direitos dos homens, todas as mulheres já poderiam ser consideradas como “mulheres de sucesso”. Para isso, outra atitude importante, é não se iludir com a gratidão. De acordo com uma pesquisa realizada pela economista Linda Babcock, 57% dos homens negociam seus salários iniciais, enquanto apenas 7% das mulheres fazem isso. Por isso, ao receber uma boa proposta de emprego, não se iluda.
Tente controlar o nervosismo
O nervosismo é um dos piores problemas enfrentados em entrevistas de emprego, então, de sinais que demonstram que a mulher está nervosa, como risadas forçadas durante reuniões podem prejudicar a profissional. O ideal é aprender a disfarçar esses pontos fracos ou a lidar com eles.
Hoje em dia o papel da mulher como profissional mudou e muito se comparado com o modelo antigo. Atualmente as mulheres assumem liderança de maneira mais leve. O que isso quer dizer? Já é comprovado que o modelo de líder atual que faz mais sucesso com a equipe não é o antigo modelo “general” e sim uma espécie de “técnico de futebol”, ou seja, uma pessoa que inspira o time ajuda e conhece cada um de seus integrantes, assim como seus pontos fortes.
A autoconfiança é essencial para que a mulher alcance o seu lugar e exerça o seu papel de profissional. Por isso, é importante ser grata às oportunidades que surgem no caminho, bem como às pessoas que auxiliam nessa empreitada. As mulheres bem sucedidas, que obtêm o que desejam, antes de tudo, acreditam em si mesmas e nas suas metas. Manter o foco no objetivo e não desistir ao ouvir um “não” são capacidades necessárias para quem deseja subir na vida
*Madalena Feliciano é Diretora Geral da empresa Outliers Careers www.outlierscareers.com.br. Contatos através do email madalena@outlierscareers.com.br ou telefone (11) 2737-1724.

A mulher 2.0 e os seus desafios

A mulher 2.0 e os seus desafios
Coach de carreiras explica como é ser uma mulher moderna e como superar antigos obstáculos ainda impostos pela sociedade ao sexo feminino
Dia 8 de Março é o Dia Internacional da Mulher, comemorado no mundo inteiro. Não é mais novidade para ninguém que as mulheres ascenderam pessoal e profissionalmente, ocupando cargos que antes eram dominados pelo sexo masculino. O movimento feminista muito teve a ver com essas conquistas materiais, mas as mulheres realmente tem o reconhecimento que merecem?!

A coach de carreiras Madalena Feliciano, mãe de cinco filhos, empreendedora e diretora de duas empresas, a Outliers Careers e o Instituto Profissional de Coaching, diz que as mulheres ainda precisam lutar muito pelo que querem. “A desigualdade salarial ainda é presente no mercado. Mas uma pesquisa realizada pela economista Linda Babcock, diz que 57% dos homens negociam seus salários iniciais, enquanto apenas 7% das mulheres fazem isso. Mas porque não? Se você também é uma profissional e sabe o seu valor, precisa se impor. Então, eu acho que muito desses obstáculos ainda são impostos por nós mesmas”, diz.

Por isso, de acordo com a especialista, no âmbito profissional, para obter sucesso em uma profissão é preciso gostar do que faz, amar a função que exerce. “A maioria das mulheres de sucesso são apaixonadas pelo que fazem – e isso não é coincidência. Quando você não ama o que faz, é difícil manter-se motivado para progredir, inovar, se destacar no mercado de trabalho e exigir uma remuneração de acordo, porque você sabe o seu valor”, acrescenta.

Madalena sente na pele como é ser uma mulher de sucesso dedicada à carreira e, ainda assim, mãe de família – e, admite, nem sempre é fácil. “A chave para poder ter excelência nos dois lados da vida, é ter humildade para reconhecer a hora de pedir ajuda. Para focar na carreira, a mulher precisa sim do apoio familiar – pais, marido e até dos filhos. Nós, mulheres, temos o hábito de querer assumir o controle e fazer tudo. Mas isso não é bom para a nossa saúde física e mental.

É cada vez maior o número de mulheres que optam por não ter filhos ou por engravidarem apenas depois dos 30 ou 35 anos, quando já possuem uma carreira estável e/ou um relacionamento que lhes traga segurança. “A mulher precisa lembrar que não existe certo ou errado: é tudo uma questão de escolha. Se optar por não ter filhos, tudo bem; se optar por ter filhos, tudo bem também. É clichê, sim, mas a única coisa que importa é que ela se sinta feliz e satisfeita consigo mesma nos âmbitos pessoal e profissional”, exalta Madalena.

“Caso a mulher decida pode dedicar-se somente à maternidade por um tempo e depois retornar para a ‘vida social’ por meio de algum curso – como de idiomas, por exemplo, – para que possa conhecer pessoas novas e trocar experiências, ideias e tenha novos assuntos em mente, além da maternidade”, explica a coach.

Madalena conclui, dizendo que as barreiras estão sendo vencidas com o tempo, mas isso só acontece porque as mulheres estão “dando a cara à tapa”. “Nós estamos mostrando de forma prática que somos eficientes, responsáveis e não só boas profissionais, mas seres humanos que não tem mais escolhas limitadas e podem fazer o que bem entenderem. Só assim iremos nos destacar no trabalho e em casa, nos impondo e fazendo com que nossas vozes sejam ouvidas”, finaliza.

Outliers Careers
Madalena Feliciano
Diretora Geral
(11) 2737-1724
madalena@outlierscareers.com.br
www.outlierscareers.com.br

Você está onde queria?

Madalena Feliciano*
Seu posicionamento é algo muito pessoal e define quem você é no mercado. Tome sua posição. Posicionamento é um conceito muito usado em marketing e significa, resumidamente, o lugar em que você está ou quer estar no mercado. Ter o seu posicionamento definido é de extrema importância, afinal, é isso que decidirá a forma como você será reconhecido no mercado de trabalho – tanto pelos seus clientes quanto pelos seus concorrentes. Hoje com a economia cada vez mais complicada, um bom posicionamento de mercado pode ser a chave para driblar a crise.
Marketing significa promover, divulgar e vender um produto ou serviço e, acima de tudo, construir uma marca. E é isso o que você fará com a sua carreira ao se posicionar no mercado: promoverá sua marca, saberá seus objetivos, como se portar frente a dificuldades, etc.
Infelizmente, vejo que muitos bons profissionais se perdem na carreira porque não têm um posicionamento definido. Atiram para todos os lados e não conseguem concentrar sua energia no que realmente lhes interessa. A partir do momento em que você tem um bom posicionamento, você é reconhecido no mercado e tem maiores chances de se tornar uma referência no assunto.
Mas, como definir um posicionamento? Para isso, é preciso atenção, vontade e dedicação para elementos diversos. Para um bom posicionamento você precisará fazer um montante de escolhas pessoas e profissionais, exteriorizá-las e torná-las palpáveis e concretas. As características de uma empresa bem posicionada já estão dentro do próprio gestor, por isso, antes de tudo, você precisa se concentrar nas suas características pessoais, por exemplo, qual a sua missão de vida? Quais são seus desejos? Qual a razão de fazer o que você faz? Quais problemas você gosta – e deseja – resolver?.
O profissional tem que respeitar o que lhe dá prazer e buscar fazer aquilo que lhe traz felicidade. Você tem algum talento ou dom? Respeite-o e use-o a seu favor. Aquilo que se faz respeitando o dom pessoal tem melhores resultados, dá maior satisfação e menos desgaste – afinal, você tem aptidão para isso.
Respeite e relembre tudo o que aprendeu com suas experiências profissionais e use as lições aprendidas. Ter foco, ser pontual, buscar resultados, respeitar o tempo de trabalho, etc. Cada emprego oferece uma série de deveres e obrigações a serem cumpridos, – e eles sempre irão te ensinar algo.
Para ser diferenciado no mercado, repense quais são as suas virtudes, valores e principais características. São essas qualidades que irão distinguir sua atuação no mercado ou sua marca. Suas virtudes são aqueles pontos chaves que farão você ser reconhecido. O sucesso é um equilíbrio entre suas principais características e aquilo que falta no mercado e, a partir do momento em que você harmoniza o que tem dentro de si com o que falta no mercado, você tem mais chances de obter sucesso, sentir-se realizado com sua profissão e terá o reconhecimento do público – que também saberá qual é o seu posicionamento.
*Madalena Feliciano é Diretora Geral da empresa Outliers Careers www.outlierscareers.com.br. Contatos através do email madalena@outlierscareers.com.br ou telefone (11) 2737-1724.

Empresas buscam profissionais equilibrados

Com a inteligência emocional, o bom profissional sabe lidar melhor com situações corriqueiras
Além de serem competente em suas funções e serem bem qualificados, os pré-requisitos para uma contratação hoje em dia é a inteligência emocional. Com cada vez mais informação, tarefas a serem realizadas e estresse no dia a dia, a capacidade de saber trabalhar sob pressão e lidar com problemas de forma tranquila é um dos traços mais buscados por recrutadores. Não é à toa que as empresas fazem extensos processos seletivos e analisam cada detalhe do candidato, na esperança de realmente saber o máximo possível sobre o futuro contratado.
Segundo a coach de carreiras, Madalena Feliciano, a falta de sensibilidade em se relacionar com os outros prejudicam a imagem e o desempenho do indivíduo. “É nessa hora que o desenvolvimento da inteligência emocional no mundo corporativo torna-se quesito importante. O bom profissional sabe lidar melhor com situações corriqueiras”, comenta Madalena Feliciano, diretora da Outliers Careers e do Instituto Profissional de Coaching.
De forma resumida, inteligência emocional é a capacidade de administrar as emoções e sentir empatia por outras pessoas. “Com isso, entende-se que as pessoas que sabem lidar com seus medos, inseguranças e insatisfações costumam ter maior êxito em seus cargos, além de também serem capazes de manter a harmonia com os colegas no escritório”, explica a especialista.
Ainda de acordo com a especialista, por natureza, o ser humano é predisposto a seguir seus instintos, porém, ter uma inteligência emocional significa ter um melhor discernimento para tomar decisões, além de tranquilidade e sabedoria na hora de buscar e executar as melhores estratégias, que valorizem os interesses da empresa no mundo corporativo”, exalta Madalena.
Madalena acrescenta que profissionais inteligentes emocionalmente tendem a obter melhores resultados no trabalho, como promoções mais rápidas, acertos, um bom networking e maior facilidade em aprender coisas novas. “Quando em harmonia, o profissional enxerga os problemas de um ângulo mais otimista, e isso faz com que ele torne-se um visionário, afinal, sabe como negociar, desenvolve melhor a sua intuição e escuta mais seus líderes e parceiros”, diz a coach.
Profissionais que deixam as emocionais tomarem conta das suas tomadas de decisão e são incapazes de racionalizar de forma lógica, realista e estratégica, acabam não aplicando a melhor solução. “Ao administrar suas emoções você garante a si mesmo e aos seus próximos uma maior produtividade, felicidade e realização própria. Viver de maneira equilibrada é a melhor solução para os problemas”, conclui Madalena.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Assessment: o que é e qual a importância desse processo na vida profissional

Método que ajuda na avaliação de competências técnicas e comportamentais do profissional, quando aplicados por um bom profissional, o Assessment pode fazer toda a diferença na carreira

Assessment, em inglês, significa avaliação. Porém, no ambiente corporativo, esse termo vem sendo utilizado no conceito de gestão profissional. Segundo Madalena Feliciano, gestora de carreira da Outliers Careers, Assessment é avaliar competências, conhecer com maior eficiência e critério as pessoas, buscar autoconhecimento e gestão do conhecimento.
O processo consiste em uma avaliação detalhada de um colaborador ou de um grupo de colaboradores, a partir da cultura da empresa, conduzido por profissionais com o apoio de inovadoras ferramentas.
Fernanda explica que o Assessment ajuda na hora de oferecer soluções profissionais para avaliar o comportamento do colaborador – visando sempre auxiliar a sua identificação, desenvolvimento e potencial. “As ferramentas Assessment ajudam as empresas na hora de estabelecer metas para selecionar e recrutar, avaliar o desempenho dos colaboradores, medir o clima organizacional e criar planos de carreira. Elas servem para que o profissional perceba seus pontos fortes e as áreas a serem trabalhadas para melhorar ainda mais o seu desempenho profissional” diz.
Essas ferramentas também são utilizadas com o propósito de melhorar os processos do dia a dia de um ambiente de trabalho, visando aumento da produtividade, aperfeiçoamento do relacionamento interpessoal entre chefes e subordinados e entre colegas de trabalho. “Outra vantagem em investir em Asssessment é a diminuição dos custos de contratação e demissão, já que se passa a conhecer melhor os colaboradores e seus desejos e metas”, explica.
Resumidamente, o Assessment é o processo indicado para empresas que querem obter o melhor de seus funcionários. Quando conduzido por profissionais qualificados, o objetivo de descobrir o potencial dos profissionais e ajudá-los a desenvolver atitudes de alta performance é alcançado com êxito.

O que o seu corpo tem a ver com a entrevista de emprego?

As expressões faciais, postura e gestos que utilizamos também contam muito na maneira como você será interpretado pelo público. Além disso, sua postura e movimento são capazes até mesmo de motivar as pessoas a sua volta e aumentar sua produtividade. Você pode falar bem, ter ótimas ideias e ser constantemente elogiado pelos seus projetos, mas tem um detalhe que pode prejudicar tudo isso com uma tacada só: o seu corpo.
Segundo Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers, “um erro muito comum dos candidatos é certamente a linguagem das mãos. Esconder as mãos, apertá-las ou mexê-las demais demonstra seu nervosismo e pode dar ao seu público a sensação de que você não acredita no que está dizendo. Manter as mãos nos bolsos também é um gesto que indica que você está com medo, sem saber para onde ir ou não está interessado no que está fazendo. Se não bastasse, isso ainda pode fazer com que seus interlocutores pensem que você está sendo indelicado com eles”, explica.
A linguagem corporal não é importante apenas para a comunicação, mas para os negócios em geral. “Observar cuidadosamente seus movimentos no meio de uma entrevista, vai fazer com que você identifique e corrija seus gestos para passar a melhor impressão possível. A postura é um dos atributos mais importantes da linguagem corporal durante a entrevista. Se você está inclinando suas costas e ombros em uma postura que deixa o pescoço caído, ele vai desafiadoramente transmitir uma mensagem fraca e o receptor pode começar a pensar sobre o seu profissionalismo”, exalta Madalena.
Algumas dicas podem ser destacadas:
1. Inicie sua apresentação ou saudação com um sorriso e, como resultado, o entrevistador vai receber sua mensagem com mais disposição;
2. Busque manter seu sorriso durante a entrevista;
3. A interação é a chave para uma apresentação notável;
4. Você precisa parecer confiável, bem-sucedido e ainda precisa mostrar que tem credibilidade para falar sobre o que você faz;
5. Sempre que você quiser marcar um ponto importante, enfatize suas palavras com gestos de mãos. Seu entrevistador vai se lembrar do fato ou da informação melhor se você ancorar isso com um gesto específico.
6. Quando mover durante uma conversa ou apresentação, faça o entrevistador sentir que você praticou esses movimentos antes, faça-o acreditar que você é um perito experiente.
Por fim, “passar a imagem de profissionalismo e de confiança é muito mais do que apenas falar a coisa certa na hora certa. Lembre-se de que o corpo é capaz de dizer muitas coisas, e esteja sempre atento a cada gesto, pois uma atitude mal pensada pode trazer grandes consequências.”, conclui Madalena.